Crianças de dois e três anos morrem carbonizadas em Maricá, RJ; irmão adolescente é levado para a delegacia

Caso aconteceu na noite desta segunda-feira (25), 
no bairro Cordeirinho.

Duas crianças de 2 e 3 anos morreram carbonizadas na noite desta segunda-feira (25) em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. O irmão das vítimas, um adolescente de 16 anos, foi levado para a delegacia.

O caso aconteceu na Rua 115, no bairro Cordeirinho.

De acordo com testemunhas, a mãe das crianças havia saído de casa para ir a um comércio e deixou os mais novos com o irmão mais velho.

Quando voltou, a mãe encontrou os filhos com os corpos em chamas e tentou salvá-los, mas as crianças não resistiram. Ainda segundo testemunhas, o adolescente não estava em casa no momento em que a mãe chegou, mas foi encontrado na região por vizinhos.

A mãe foi atendida por uma equipe do Samu.

O adolescente foi levado para a 82ª DP em Maricá, onde o caso é investigado.

Por g1 — Maricá

Essa matéria está em atualização.

Homem é morto a tiros dentro de casa em Saquarema, no RJ

 

Polícia Civil investiga o caso e solicitou imagens de câmeras de segurança da Rua Severino Lopes Nascimento, no bairro Madressilva, para ajudar nas investigações.

Um homem foi morto a tiros dentro de uma casa nesta segunda-feira (25) em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio. Segundo a Polícia Militar, a vítima havia saído recentemente da cadeia por tráfico de drogas.

O crime aconteceu em uma casa na Rua Severino Lopes Nascimento, no bairro Madressilva e de acordo com a PM, o irmão da vítima relatou que soube do ocorrido através de vizinhos. Os agentes encontraram a porta e as janelas da casa abertas.

O local passou por perícia e o crime é investigado na delegacia de Saquarema, a 124° DP.

Segundo a Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança instaladas na região foram requisitas e diligências estão em andamento para esclarecer o caso.

Por G1

Casa de Cultura e Empório da Estação promovem oficinas para a população riostrense

A Oficina de Brigadeiro será em Rocha Leão. 
Foto: Divulgação

Devido a semana curta por causa do feriado prolongado do Dia de Finados, as oficinas presenciais referentes às contrapartidas dos contemplados pela Lei Aldir Blanc, entre os dias 3 e 5 de novembro, na Casa de Cultura, no Centro, e no Empório da Estação, em Rocha Leão, ficarão restritas apenas ao dia 4, quinta-feira.

Os interessados em garantir logo uma vaga, tendo em vista que, por conta da pandemia, o número de alunos por turma é reduzido, devem entrar em contato pelo telefone (22) 2764-1768 para as oficinas da Casa de Cultura. Já as inscrições para a aula de Rocha Leão devem ser feitas de forma presencial, no próprio Empório, que fica localizado na Praça do Trem, na parte da tarde, a partir das 14h.

As oficinas estão previstas para começar às 14h nas duas unidades. Na Casa de Cultura será realizada uma Roda de Conversa, que terá como tema “Processos Criativos: Uma Rede de Ideias”, com a professora Silvia Neves, do Ateliê Casa.

Já no Empório da Estação, a oficina será ideal para quem gosta de doces. A professora Bruna Proença, da “Doces Sonhos”, vai dar uma aula ensinando como fazer um autêntico brigadeiro.

É importante lembrar também que todos os cuidados continuam sendo tomados, respeitando-se os protocolos de Segurança e Saúde para evitar a transmissão e o contágio da Covid-19.

Rio das Ostras disponibiliza Guia de Certidão Ambiental em seu portal

 
Algumas taxas para a Guia de Certidão Ambiental 
custam 25 UFIR. Foto: Divulgação

A Prefeitura de Rio das Ostras disponibiliza, no endereço eletrônico https://spe.riodasostras.rj.gov.br/Ajuda/legislação.aspx,  disponível no portal da Prefeitura, as guias de taxas de certidões ambientais.

Algumas taxas para a Guia de Certidão Ambiental custam 25 UFIR-RJ, sendo que cada UFIR vale atualmente R$ 3,7053, totalizando R$ 92,63.

Os contribuintes devem escolher a opção “Emissão de Taxa” e depois selecionar esta taxa clicando na seta para baixo e rolando o cursor até “TLA ANEXO IV LC 43”

Depois, devem escolher a opção “Ambiental – Outros tipos de certidão” e preencher todos os dados do requerente. Os dados informados no preenchimento da guia são de inteira responsabilidade dos contribuintes.

Para terminar a solicitação, basta clicar no botão “Avançar”.

 

 

Exercício          Descrição

2021                C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , I –   LC 43/2015        TLA Anexo IV LC 43  R$92,63

2021                 C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , II –  LC 43/2015        TLA Anexo IV LC 43  R$92,63

2021                 C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , III–  LC 43/2015        TLA Anexo IV LC 43  R$92,63

2021                 C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , IV – LC 43/2015       TLA Anexo IV LC 43  R$92,63

2021                 C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , V –  LC 43/2015       TLA Anexo IV LC 43  R$92,63

2021                 C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , VI – LC 43/2015       TLA Anexo IV LC 43  R$92,63

2021                 C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , VII – LC 43/2015      TLA Anexo IV LC 43  R$92,63

2021                 C. Ambiental-Art. 6º, § 10 , VIII – LC 43/2015     TLA Anexo IV LC 43 R$92,63

CPI da Covid: ‘G7’ inclui mais 10 nomes no relatório e chega a 78 indiciados

 Foto: Agência Senado

Conhecido como “G7”, o grupo majoritário de integrantes da CPI da Covid, formado por senadores de oposição, incluiu mais 10 novos nomes do relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL).  Com isso, o número de indiciamentos propostos pelo colegiado deve chegar a 78.

A informação foi confirmada pelo vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O congressista reuniu-se com os demais senadores na noite desta segunda no apartamento de Omar Aziz, em Brasília para alinhar os últimos detalhes do relatório. 

“Temos mais dez, totalizando 76 pedidos de indiciamento, com duas empresas, que também foram indiciadas e constavam na primeira versão do relatório. Temos 78 pedidos de indiciamento”, afirmou Randolfe.

Senadores de oposição também decidiram que nesta terça-feira (26) será votado um requerimento em plenário para que seja pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF), em ação endereçada ao ministro Alexandre de Moraes, que o presidente Jair Bolsonaro seja banido ou suspenso das redes sociais.

 Gazeta Brasil

CPI da Covid vota hoje relatório final de Renan Calheiros

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Após seis meses de funcionamento, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado encerra nesta terça-feira (26) os trabalhos com a votação do relatório final do senador Renan Calheiros (MDB). De acordo com o rito anunciado na semana passada pelo presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD- AM), a reunião começará com a leitura dos votos em separado, que são uma espécie de relatório alternativo ao de Renan. Até o fechamento desta reportagem, três senadores já haviam protocolado seus textos: o governista Marcos Rogério (DEM-RO), o senador de oposição Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Eduardo Girão (Podemos- CE), que se classifica como “independente”.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1425495&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1425495&o=node

Os parlamentares terão 15 minutos – com tolerância de mais cinco minutos  – para a leitura desses documentos. Concluída essa fase, a votação do relatório final vai ser feita de forma nominal e ostensiva, ou seja, pública. O quórum de votação será de maioria simples dos membros presentes. Caso o parecer do relator seja aprovado, os demais serão descartados.

O relatório de Alessandro Vieira é dividido em cinco eixos: definição de políticas públicas de combate à pandemia; mortes evitáveis; indícios de mau uso de recursos públicos; análise dos pareceres e notas técnicas e propostas legislativas. Assim como fez Renan Calheiros, entre outros nomes, Vieira propõe o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro, mas por menos crimes. Na lista constam crime de responsabilidade, de epidemia, infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo, incitação ao crime e crime contra a humanidade. No caso de prevaricação, o senador sugere mais investigações.

Em outro voto em separado, o vice-líder do Governo no Congresso, senador Marcos Rogério, faz uma ampla defesa da conduta do presidente Jair Bolsonaro na pandemia e pede a rejeição do texto de Renan Calheiros. “O foco da maioria dos membros [do colegiado] sempre foi atacar o presidente da República, num claro jogo político e eleitoral. Porém, as narrativas criadas pela oposição para enfraquecer e condenar o governo federal não foram sustentadas em provas, não restando comprovado em atos, ou omissões ilegais praticados por autoridades e servidores da Administração Pública Federal no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus“, argumenta o governista que optou por não apontar nenhum indiciamento.

Marcos Rogério rebate todos os pontos do relatório de Renan. Sobre as acusações de incentivo do presidente ao “tratamento precoce” de pacientes da covid-19 com medicamentos ineficazes em detrimento do uso de máscaras e do isolamento social e a demora na compra de vacinas, o senador ressalta que não há resultados “conclusivos” sobre a eficácia de drogas como a hidroxicloroquina e a azitromicina e defende que a prescrição desses fármacos “deve ser avaliada caso a caso, à luz da autonomia médica”.

Em seu voto em separado, o senador democrata defende ainda que se a cúpula da CPI “realmente considera que a cloroquina ou a hidroxicloroquina realmente causaram mortes de pacientes da covid-19, é imperativo que se inclua no indiciamento todos os governadores e prefeitos que distribuíram tais medicamentos para suas populações, o que não ocorreu somente no início de 2020, como se alega“.

Nesta segunda-feira (25), também foi apresentado o voto em separado do senador Eduardo Girão. No texto, o foco principal é o Consórcio Nordeste e a suposta compra superfaturada de mais de R$ 48,7 milhões de 300 ventiladores pulmonares nos estados. Girão destaca que, apesar do pagamento, os equipamentos não foram entregues. O senador ressalta que a síntese dos fatos evidencia que o manejo dos recursos públicos, inclusive federais, pelos estados e municípios, acarretou prejuízo ao erário da casa dos bilhões de reais. O senador acrescenta que a negociação feita no âmbito do Consórcio Nordeste com dispensa de licitação e sem a devida consignação de garantias contraria a Lei de Licitações.

O senador pede no documento o indiciamento do secretário executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas, por organização criminosa, improbidade administrativa, corrupção passiva, e fraude em licitação ou contrato dela decorrente.

Sob o argumento de não haver previsão regimental para isso, o presidente da CPI já descartou a possibilidade de apreciação de destaques ao relatório de Renan Calheiros. Apesar disso, até amanhã, ainda podem ser feitas modificações no parecer caso Renan Calheiros se convença a acatar alguma sugestão feita por membros do colegiado. Uma última reunião sobre o assunto será feita entre a cúpula do colegiado hoje à noite.

Um ponto que está sendo bastante discutido é o capítulo que trata da crise sanitária do Amazonas. O trecho recebeu muitas críticas do líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM). Colega de partido de Renan, ele ameaça votar contra o texto caso o relator não inclua no documento final da CPI o indiciamento do governador do estado, Wilson Lima (PSC), e do ex-secretário de Saúde Marcellus Campêlo, pela crise da falta de oxigênio em Manaus no início deste ano. Braga chegou a elaborar um adendo ao relatório com essas sugestões. Na semana passada, quando o relatório foi lido, Renan apresentou uma lista de 68 indiciados.

As considerações de Braga foram colocadas em um adendo elaborado por ele para ser apresentado à cúpula da comissão. No documento, ele avalia ser “inaceitável” que o relatório final não peça a punição dos responsáveis pela crise no estado. “Nosso estado foi transformado em um verdadeiro campo de teste, com experimentos com remédios ineficazes, falta de oxigênio, de leitos de internação e até de covas para enterrar os nossos conterrâneos. Nenhum estado sofreu tanto quanto o Amazonas”, destacou.

Adversário político de Lima, Braga acusa o governador de prevaricação; crimes de responsabilidade; crime contra a humanidade e improbidade administrativa. No caso do ex-secretário de Saúde, os crimes imputados a ele pelo emedebista são de falso testemunho, crime contra a humanidade e prevaricação.

A secretaria da CPI também recebeu do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) um adendo com foco no superfaturamento de compras e desvios de verbas ocorridos no Distrito Federal no combate à pandemia.

Gazeta Brasil

*Com informações de Agência Brasil

Barroso é sorteado relator de notícia-crime contra Bolsonaro por fala sobre vacina da Covid e Aids

 
Foto: Carlos Moura/SCO/STF

 Na tarde desta segunda-feira (25), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, foi sorteado relator da notícia-crime do PSOL e do PDT contra Bolsonaro por uma fala do presidente associando a vacinação contra a Covid à Aids.

Na ação, os parlamentares afirmaram que o ato de Bolsonaro é um “absoluto desrespeito para com o país e com as famílias enlutadas” e “coloca sua ideologia autoritária acima das leis do país, mentindo de forma criminosa sobre as vacinas, colocando em risco uma estratégia que vem diminuindo drasticamente o número de mortes no país”.

A declaração de Bolsonaro foi baseada em um estudo divulgado pela revista científica “The Lancet” e replicada, a princípio, pela revista Exame.

A matéria original sobre o assunto foi publicada em 20 de outubro de 2020 pela Exame. O estudo publicado no jornal científico The Lancet, no dia 19 de outubro de 2020, diz que, para alguns pesquisadores, algumas vacinas contra a Covid-19 usam um adenovírus específico no combate ao vírus SARS-CoV-2 podem aumentar o risco de que pacientes sejam infectados com HIV, o vírus da Aids — para isso, a pessoa precisa ser exposta ao vírus.

 Gazeta Brasil

Em relatório paralelo, Girão pede indiciamento de Carlos Gabas, do Consórcio Nordeste

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) apresentou
 relatório paralelo na CPI da Covid.
 Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado


Crimes atribuídos são organização criminosa, improbidade administrativa, corrupção passiva e fraude em licitação

Em relatório paralelo apresentado à CPI da Covid nesta segunda-feira, 25, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) sugeriu o indiciamento do secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Eduardo Gabas, por pelo menos quatro crimes: organização criminosa, improbidade administrativa, corrupção passiva e fraude em licitação ou contrato dela decorrente.

O Consórcio Nordeste e a atuação de Gabas durante a pandemia de covid-19 foram temas abordados na reportagem de capa da Edição 83 da Revista Oeste, de autoria do jornalista Silvio Navarro.

Gabas é um político da cidade de Araçatuba, no noroeste paulista, servidor de carreira do INSS. Petista orgânico, ligado à máquina partidária, é muito amigo de figuras como o ex-presidente da sigla Ricardo Berzoini, do Sindicato dos Bancários, e do prefeito de Araraquara, Edinho Silva. Foi Berzoini quem o levou para o ministério do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando comandou a pasta da Previdência Social, cargo que o próprio Gabas herdaria anos depois na gestão Dilma Rousseff. Também comandou a Secretaria de Aviação Civil.

À frente do Consórcio Nordeste, Gabas foi responsável pela aquisição de 300 respiradores — que nunca existiram — ao custo de quase R$ 50 milhões. “Foi um dos maiores roubos durante a pandemia do coronavírus, não tenho dúvida nenhuma disso”, afirmou o deputado estadual Kelps Lima (Cidadania-RN), que preside uma CPI na Assembleia Legislativa do Estado. “Há confissão, delação premiada e os documentos são estarrecedores.”

Em entrevista ao UOL, Gabas afirmou estar “indignado” e disse que o pedido de Girão é uma tentativa de desviar o foco das investigações relacionadas à atuação do governo do presidente Jair Bolsonaro na pandemia. “O consórcio pagou antecipado por respiradores que não foram entregues, e nós denunciamos à polícia. Os empresários foram presos”, alegou.

Fábio Matos

YouTube derruba live e suspende canal de Bolsonaro por uma semana

Jair Bolsonaro sofreu punição do YouTube depois 
de live da última semana | Foto: Reprodução/YouTube

Facebook e Instagram já haviam tirado do ar conteúdo publicado pelo presidente da República

Jair Bolsonaro voltou a entrar na mira das big techs. Assim como já haviam feito o Facebook e o Instagram, o YouTube retirou do ar a live semanal do presidente da República exibida na quinta-feira 21. Na transmissão pelas redes sociais, o chefe do Executivo leu uma notícia que alertava que vacinados contra a covid-19 supostamente estariam “desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [aids]”.

No comunicado em que informa que o vídeo de Bolsonaro sairia do ar na plataforma, o YouTube afirma que a transmissão feita pelo presidente violou as “diretrizes de desinformação médica sobre a covid-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas”.

“As nossas diretrizes estão de acordo com a orientação das autoridades de saúde locais e globais, e atualizamos as nossas políticas à medida que a orientação muda. Aplicamos as nossas políticas de forma consistente em toda a plataforma, independentemente de quem for o criador ou qual a sua opinião política”, diz o YouTube.

A plataforma também decidiu suspender o canal de Bolsonaro por uma semana, período no qual o presidente do Brasil não poderá publicar vídeos. Com isso, pelo menos em seu canal, Bolsonaro não poderá realizar a transmissão da live desta semana, na quinta-feira 28.

Segundo o YouTube, um canal recebe um “alerta” se descumprir as regras da plataforma pela primeira vez. Bolsonaro foi notificado inicialmente em julho, sem sofrer qualquernenhum tipo de punição. Com a live da semana passada, o canal do presidente teve o vídeo removido e recebeu o primeiro “aviso” (“strike”) — termo utilizado pelo YouTube para mostrar que a medida resultará em uma punição.

Se voltar a violar as diretrizes da plataforma em 90 dias depois da primeira ocorrência, o canal de Bolsonaro receberá um novo aviso e será punido com uma suspensão de duas semanas. Caso receba três avisos em um período de 90 dias, o canal será removido permanentemente, de acordo com o YouTube.

Fábio Matos

Facebook censurou opositores do Partido Comunista do Vietnã

Mark Zuckerberg é fundador do Facebook 
 Foto: Reprodução/Flickr


É o que mostram os documentos vazados pela delatora Frances Haugen, ex-gerente de integridade da companhia

Facebook cedeu a pressões do Partido Comunista do Vietnã e censurou opositores do regime no país, informou o The Washington Post na segunda-feira 25. Segundo a reportagem, o silenciamento de dissidentes na rede social ocorreu em 2020, quando a empresa fundada por Mark Zuckerberg mais do que dobrou o número de postagens bloqueadas de um semestre para o outro — de 834 nos primeiros seis meses para mais de 2.200 no segundo semestre.

O Vietnã é um dos mercados mais lucrativos para o Facebook na Ásia, com faturamento de US$ 1 bilhão (R$ 5,5 bilhões) apenas em 2018. De acordo com o periódico norte-americano, Zuckerberg defendeu que não cumprir as exigências do Partido Comunista resultaria no fim das atividades do Facebook no Vietnã, o que seria “ainda pior para a liberdade de expressão” no país.

A denúncia divulgada pelo The Washington Post é oriunda do vazamento de documentos confidenciais da rede social cedidos pela delatora Frances Haugen, ex-gerente de integridade da companhia.

Edilson Salgueiro

Morte de deputado suspende sessão de voto de confiança do gabinete peruano

Fernando Herrera Mamani morreu em casa, aos 55 anos 
Foto: Divulgação/Peru Livre

Fernando Herrera Mamani era do partido Peru Livre, o mesmo do presidente Pedro Castillo

Uma sessão do Parlamento do Peru nesta segunda-feira, 25, foi interrompida nesta tarde por causa da morte de um deputado. Fernando Herrera Mamani, do partido Peru Livre, o mesmo do presidente Pedro Castillo, morreu aos 55 anos.

Os congressistas estavam analisando as propostas da primeira-ministra do país, Mirtha Vázquez, que haviam sido apresentadas algumas horas antes. Na sessão, os parlamentares dariam ou não o voto de confiança à equipe de ministros do governo de Castillo. A sessão foi interrompida depois de a vice-presidente do Parlamento, Lady Carmones, dar a notícia da morte de Mamani. Os trabalhos devem ser retomados na terça-feira 26.

O deputado, que é da província de Tacna, morreu em sua casa. Ele se sentiu mal pela manhã, quando chegou a ir ao Congresso peruano, e voltou ao seu apartamento. As primeiras informações dão conta de que Mamani sofreu uma parada cardiorrespiratória.

A presidente do Congresso do Peru, Maria del Carmen Alva Prieto, anunciou a interrupção de todas as atividades do Legislativo. Castillo também se manifestou: “Há gente que dá a vida pela luta pela democracia, e Fernando era um deles”, afirmou o presidente peruano.

O Peru Livre tem a maior bancada do Congresso. A legenda é considerada fundamental para que Vázquez obtenha o voto de confiança.

Fábio Matos

Por unanimidade, STF nega habeas corpus a Jefferson

Ex-deputado Roberto Jefferson 
 Foto: Weleson Nascimento/PTB

Ministro Alexandre de Moraes declarou-se impedido e não participou do julgamento

O plenário do Supremo Tribunal Federal negou por unanimidade o pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB). O julgamento virtual terminou na sexta-feira 22 e o resultado foi divulgado nesta segunda-feira, 25.

Responsável pela ordem de prisão de Jefferson, o ministro Alexandre de Moraes declarou-se impedido e não participou do julgamento. Todos os outros ministros votaram por rejeitar o pedido da defesa, a começar pelo relator, Edson Fachin.

Jefferson está internado no hospital penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, desde sábado 23, pelo agravamento de seu estado de saúde. Recentemente, ele fez tratamento em um hospital particular, mas recebeu alta.

O ex-deputado foi preso no âmbito do inquérito que investiga a existência de milícias digitais. Moraes afirmou que ele pode integrar “uma possível organização criminosa — da qual, em tese, o representado faz parte do núcleo político —, que tem por um de seus fins desestabilizar as instituições republicanas”.

Licença do PTB

Em comunicado por escrito feito a seu advogado, antes de ser internado, Roberto Jefferson anunciou seu pedido de licença, por prazo indeterminado, da presidência do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Ele relatou que, por conta da prisão preventiva, não tem podido exercer a gestão partidária, inclusive por conta das limitações impostas pelas normas da Secretaria Penitenciária.

Afonso Marangoni

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