Cariocas com segunda dose marcada para dia 1º podem tomar a partir desta sexta-feira

Vacinação contra a Covid-19, dose de reforço no 
Posto de Saúde Heitor Beltrão, nesta sexta feira (22). 
Na foto, Maria do Carmo, 68 anos.
Marcos Porto/Agencia O Dia

Dia do Servidor foi transferido para a véspera do Dia de Finados (2), e pontos de vacinação estarão fechados

Rio – Cariocas que tinham a segunda dose da vacina contra a covid-19 agendada para a próxima segunda-feira (1º), véspera do feriado de Finados, poderão antecipar e se imunizar já a partir desta sexta-feira (29), três dias antes, ou deixar para se imunizar na próxima quarta-feira (2). A exceção valerá porque os pontos de vacinação e postos de saúde não funcionarão na véspera do feriado.

A Prefeitura do Rio decidiu transferir o Dia do Servidor, comemorado na quinta-feira, para a próxima segunda-feira, véspera do Dia de Finados. Assim, estabelecimentos públicos emendarão o ‘feriadão’ e não funcionarão – UPAs e hospitais estarão abertos normalmente.

Dose de reforço: 64 anos

Idosos que já podem tomar a dose de reforço da vacina precisam se adiantar, ou programar uma ida aos postos na próxima semana.

O calendário da Prefeitura para as doses de reforço deixa a sexta-feira (29) e o sábado (30) reservados aos idosos de 64 anos ou mais, além de repescagem; O calendário fica paralisado durante todo o feriadão e volta na quarta-feira (3), novamente para idosos de 64 anos. Quinta (4) é o dia para mulheres de 63 anos, sexta (5) para os homens de 63, e sábado (6) a repescagem para essa idade.

O Dia

Pelo oitavo mês consecutivo, Estado do Rio registra menor número de homicídios dolosos em 31 anos

 

Mortes intencionais registraram queda de 6% no acumulado do ano

Os homicídios dolosos (mortes intencionais) no Estado do Rio de Janeiro caíram 6% nos nove primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período de 2020. No total, foram 2.505 mortes, chegando ao menor valor para os meses desde 1991, quando teve início a série histórica do Instituto de Segurança Pública (ISP).

O indicador Crimes Violentos Letais Intencionais, que agrega homicídios dolosos, lesão corporal seguida de morte e latrocínio, teve queda de 5% entre janeiro e setembro. Os dados são os mais baixos para o indicador desde 1999.

– Esses resultados mostram que estamos no caminho certo. Estamos investindo cada vez mais nas polícias Civil e Militar, com equipamentos e pessoal. Ainda há muito a fazer, mas não há como não destacar essa queda consecutiva dos homicídios dolosos. Afinal, o bem mais precioso que temos é a vida – afirma o governador Cláudio Castro.

Apreensão de armas e prisões em flagrante

Só em setembro, 496 armas de fogo foram tiradas de circulação no estado, sendo 18 fuzis. O número é 13% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, 5.306 armas foram apreendidas, 278 eram fuzis. Isso significa que, em média, 19 armas por dia foram retiradas das mãos dos criminosos.

Em nove meses, as polícias estaduais prenderam em flagrante 25.621 pessoas e realizaram 16.423 apreensões de drogas em todo o estado.

 Crimes contra o patrimônio

Os roubos de carga caíram 13% em relação ao acumulado do ano passado, e os roubos de rua reduziram 6%.

– A queda nos roubos de rua em 2021 é extremamente positiva, ainda mais se levarmos em consideração que, no ano passado, esse indicador apresentou uma redução significativa por causa do nível do isolamento social no estado – destacou a diretora-presidente do ISP, Marcela Ortiz.

Principais indicadores:

▪ Homicídio doloso: 2.505 vítimas nos nove meses de 2021 e 265 em setembro – este foi o menor valor para o acumulado do ano desde 1991. Na comparação com 2020, o crime registrou redução de 6% em relação ao acumulado do ano e aumento de 11% em relação a setembro de 2020.

▪ Crimes violentos letais intencionais (homicídio doloso, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte): 2.617 vítimas nos nove meses de 2021 e 279 em setembro – este foi o menor valor para o acumulado do ano desde 1999. Na comparação com 2020, o indicador registrou redução de 5% em relação ao acumulado do ano e aumento de 12% em relação a setembro de 2020.

▪ Roubo de carga: 3.353 casos nos nove meses de 2021 e 392 em setembro – este foi o menor valor para o acumulado do ano desde 2013. Na comparação com 2020, o indicador registrou redução de 13% em relação ao acumulado do ano e aumento de 21% em relação a setembro de 2020.

▪ Roubo de rua (roubo a transeunte, roubo de aparelho celular e roubo em coletivo): 51.488 casos nos nove meses de 2021 e 5.319 em setembro – este foi o menor valor para o acumulado do ano desde 2012. Na comparação com 2020, o indicador registrou redução de 6% em relação ao acumulado do ano e de 3% em relação a setembro de 2020.

▪ Roubo de veículo: 19.107 casos nos nove meses de 2021 e 1.998 em setembro – este foi o menor valor para o acumulado do ano desde 2012. Na comparação com 2020, o indicador registrou redução de 0,2% em relação ao acumulado do ano e aumento de 15% em relação a setembro de 2020.

▪ Prisão em flagrante: 25.621 prisões efetuadas nos nove meses de 2021 e 2.824 em setembro – este foi o maior valor para o mês desde 2018. Na comparação com 2020, o indicador registrou aumento de 11% em relação ao acumulado do ano e de 13% em relação a setembro de 2020.

▪ Armas apreendidas: 5.306 apreensões nos nove meses de 2021 e 496 em setembro. Na comparação com 2020, o indicador registrou aumento de 9% em relação ao acumulado do ano e de 13% em relação a setembro de 2020.

Os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) são referentes aos registros de ocorrência lavrados nas delegacias de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro no mês de setembro. Para mais informações sobre os indicadores, acesse o site do ISP.

Theatro Municipal de Portas Abertas reabre para o público a partir desta quinta-feira (28)

 

Espetáculos de dança, com entrada franca, serão apresentados até o próximo domingo (31)

Depois de um ano e sete meses fechado ao público devido à pandemia, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro reabre as portas, a partir deste quinta-feira (28/10), com um presente: espetáculos de balé com entrada gratuita. A programação especial irá até domingo (31/10). A casa abrirá seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19, com público reduzido, e será necessário apresentar o comprovante de vacinação.

– O Theatro Municipal é um patrimônio do Estado do Rio de Janeiro. A pandemia foi difícil, então nada mais justo que os artistas do estado façam essa reabertura. Durante esse período, apoiamos a cultura fluminense com diversos editais e, recentemente, lançamos o Pacto Cultural RJ, que vai injetar R$ 75 milhões ao fomento das artes até o fim do ano – disse o governador Cláudio Castro.
 
O Theatro Municipal apresenta obras-primas do balé clássico: Des Enfantes; Grand Pas Classique; Noitede Walpurgis, originalmente da ópera Fausto, com música de Charles Gounod e coreografia de Leonid Lavrovsky: e Paquita, com música de Ludwig Minkus e coreografia de Marius Petipa, que terá abertura com as alunas da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, do Theatro Municipal.

De acordo com a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, a reabertura do Theatro Municipal é uma sinalização da retomada cultural em todo estado.

– Estamos avançando na vacinação e, para coroar este momento de retomada, reabrimos as portas do Theatro Municipal, que é a joia da coroa da cultura fluminense. Um verdadeiro presente para a população que poderá acompanhar lindas apresentações no nosso histórico palco, de forma gratuita – afirmou Danielle Barros.

Para a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino, é um orgulho muito grande poder compartilhar com a população fluminense esse momento tão importante para a cultura.

– Reabrir as portas do Theatro Municipal, ainda mais de forma gratuita e depois desse longo hiato, é um marco importantíssimo para nossa história. Contamos com a presença de todos – convidou Clara Paulino.

Serviço:
Theatro Municipal de Portas Abertas
Apresentações Des Enfants/ Paquita Grand Pas Classique/Noite de Walpurgis
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, s/ nº – Cinelândia
Entrada Franca

Datas:

28/10 – 19h – Récita 1
29/10 – 19h – Récita 2
30/10 – 16h – Récita 3
31/10 – 16h – Récita 4

Lugares disponíveis: 550 – plateia e balcão nobre
(Serão autorizados quatro ingressos por CPF)
Retirada de ingressos: no dia das apresentações a partir das 10h
Horário de funcionamento da bilheteria – 10h às 18h
Endereço da bilheteria: Av. Treze de Maio – Boulevard

Dólar bate recorde de valorização na Argentina

O peso argentino está cada vez mais desvalorizado 
 Foto: Reprodução/Redes sociais

Moeda norte-americana equivale a 105 pesos

O valor do dólar norte-americano bateu recorde histórico de valorização na Argentina. Na quarta-feira 27, a moeda subiu 25 centavos de peso no Banco Nación, de controle estatal, com cotação de 105 pesos por unidade para venda ao público. Na cotação em casas de câmbio e em outros bancos, a média atingida foi de 105,86 pesos por unidade.

Esses valores jamais haviam sido registrados no mercado de câmbio oficial de varejo na Argentina, onde as compras de moedas estrangeiras são restritas a US$ 200 mensais por pessoa, além de ser tributadas em 30%.

Peso azul

O dólar negociado no mercado informal, também conhecido como dólar blue, bateu recorde e subiu 1 peso, atingindo 197 pesos por unidade. Desde o início de outubro, a moeda norte-americana acumula alta de 11 pesos. No ano, a valorização chega a 31 pesos (18,7%), porcentual que ainda está abaixo da inflação estimada para o mesmo período — cerca de 40%.

Com a nova máxima histórica, a diferença do dólar mayorista, utilizado pela maior parte das operações atacadistas na Argentina, para o dólar blue, negociado no mercado informal, aproxima-se dos 100%.

Edilson Salgueiro

TSE rejeita pedido para cassar chapa Bolsonaro-Mourão

 

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (28), por unanimidade, rejeitar a cassação da chapa que elegeu o presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão. A corte fixou, contudo, a tese de que o disparo em massa de mensagens pode ser enquadrado como abuso de poder econômico.

Os entendimentos foram alcançados no julgamento de duas ações que tratam do disparo em massa de mensagens via aplicativo WhatsApp durante a campanha de 2018, conduta então vedada pelas regras eleitorais.

O julgamento havia começado na terça-feira (26), quando três ministros votaram contra a cassação – Luís Felipe Salomão, relator; Mauro Campbell e Sérgio Banhos. O caso foi retomado nesta quinta-feira com o voto do ministro Carlos Horbach, que seguiu o mesmo entendimento, formando a maioria.

Os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso também negaram a cassação. Todos consideraram não ter ficado comprovado que, mesmo que existente, tal esquema de disparo de mensagens teve gravidade e alcance suficientes para comprometer a legitimidade da eleição presidencial de 2018.

Ainda que a cassação de mandato tenha sido rejeitada, a maioria do plenário do TSE reconheceu, por cinco votos a dois, ter ficado comprovado que de fato existiu um esquema ilegal de disparo em massa de notícias falsas contra adversários da chapa Bolsonaro-Mourão, em 2018.

Em função desse entendimento, a maioria dos ministros aprovou, por seis votos a um, a fixação da tese jurídica para deixar explícito que há abuso de poder político-econômico caso um candidato venha, daqui em diante, se beneficiar do disparo em massa de fake news pela internet.

Votos

Para o ministro Carlos Horbach, primeiro a votar nesta quinta-feira, não ficou comprovada nem mesmo a existência de um esquema voltado a disparar mensagens com informações falsas contra adversários da chapa Bolsonaro-Mourão em 2018, conforme a petição inicial que deu origem às ações, protocolada pelo PT ainda no ano da eleição.

O ministro afirmou que, ao longo da instrução processual, nenhuma das partes conseguiu provar “o teor das mensagens, o modo pelo qual o conteúdo repercutiu perante o eleitorado e o alcance dos disparos”. Por esse motivo, ele votou por indeferir por completo as duas ações de investigação judicial eleitoral (Aije) em julgamento.

O ministro se alinhou ao que já havia entendido o ministro Sérgio Banhos. Ambos divergiram da maioria. Para os demais cinco ministros do TSE, apesar de não ter ficado comprovada gravidade o bastante para justificar a cassação de mandato, as provas nos autos conseguiram demonstrar que houve, de fato, um esquema ilegal de disparo de mensagens com informações falsas sobre adversários.

“Este julgamento é extremamente importante, em que pese a ausência dessas provas que seriam necessárias para o caso concreto, mas para se afirmar que houve disparo em massa. Houve financiamento não declarado para esses disparos. O lapso temporal pode ser impeditivo para uma condenação, mas não é impeditivo para absorção pela Justiça Eleitoral do modus operandi que foi realizado e vai ser combatido nas eleições de 2022”, disse o ministro Alexandre de Moraes.

Relator

Prevaleceu, ao final, integralmente, o voto do relator, ministro Luís Felipe Salomão, que é também corregedor-geral da Justiça Eleitoral.

Na terça-feira (28), Salomão disse ter ficado explícito o disparo de mensagens com o objetivo de minar candidaturas adversárias. “Inúmeras provas de natureza documental e testemunhal corroboram a assertiva de que, no mínimo desde 2017, pessoas próximas ao hoje presidente da República atuavam de modo permanente, amplo e constante na mobilização digital de eleitores, tendo como modus operandi ataque a adversários políticos, a candidatos”, afirmou o ministro.

Ele acrescentou, contudo, que faltam provas sobre o alcance dos disparos e a repercussão perante os eleitores. “Não há elementos que permitam afirmar, com segurança, a gravidade dos fatos, requisito imprescindível para a caracterização do abuso de poder econômico e do uso indevido dos meios de comunicação social”, disse o relator na ocasião.

Esse foi o último voto proferido por Salomão no TSE. Nesta semana o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deixa o cargo de corregedor-geral da Justiça Eleitoral, sendo substituído por Mauro Campbell.

Tese

Em seu voto, o relator propôs, e o plenário aprovou, a fixação de uma tese jurídica para embasar futuros julgamentos sobre o tema, segundo a qual “o uso de aplicações digitais de mensagens instantâneas, visando promover disparos em massa, contendo desinformação e inverdades em prejuízo de adversários e em benefício de candidato, pode configurar abuso de poder econômico e/ou uso indevido dos meios de comunicação social”.

O plenário do TSE também aprovou, por maioria de cinco a dois, diversos critérios para balizar, daqui em diante, as condutas consideradas ilegais. Um desses critérios, por exemplo, define que “para se configurar o ato abusivo não se requer ‘a potencialidade de o fato alterar o resultado da eleição’, mas sim ‘a gravidade das circunstâncias que o caracterizam’, de acepção mais ampla”.

O ministro Alexandre de Moraes, que presidirá o TSE durante a eleição presidencial do ano que vem, elogiou a iniciativa. “A Justiça Eleitoral não é tola. Nós podemos absolver aqui por falta de provas, mas nós sabemos o que ocorreu, sabemos o que vêm ocorrendo, e não vamos permitir que isso ocorra novamente”, alertou.

Moraes afirmou ainda que “se houver repetição do que foi feito em 2018, o registro será cassado. E as pessoas que assim fizerem irão para a cadeia por atentar contra as eleições e a democracia no Brasil”.

Edição: Fernando Fraga

Governador promove 402 policiais militares na Paraíba

 

O governador João Azevêdo participou, nessa quinta-feira (28), da solenidade de promoção de 402 policiais militares. O evento, ocorrido na Praça do Povo do Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa, integrou a programação do Governo do Estado alusiva ao Dia do Servidor Público.

Os profissionais que ascenderam de soldados a cabos da Polícia Militar por critério de antiguidade passaram por curso de habilitação para a nova graduação. Com as promoções de hoje, a gestão estadual totaliza 2.694 policiais promovidos. Além disso, 1.214 novos soldados ingressaram no serviço público, fortalecendo os quadros da Segurança do estado.

Na ocasião, o chefe do Executivo estadual parabenizou os novos cabos da PM pela ascensão profissional. “Hoje, dia do servidor público, fica para nós a reflexão do conceito mais importante que é trabalhar à disposição do outro. Os policiais promovidos terão suas missões e responsabilidades ampliadas e galgaram essa condição por seus méritos e esforços pessoais “, frisou.

Ele também destacou os investimentos e os excelentes números da segurança do estado, resultado de um trabalho conjunto das instituições. “Nós somos a melhor segurança do Norte/Nordeste, enfrentamos a pandemia com um esforço imenso das nossas tropas, promovemos mais de cinco mil profissionais, estamos fazendo concurso para 1.400 novos policiais civis e criamos a polícia penal porque melhorar as condições de trabalho é uma missão constante nossa, seja investindo em equipamentos ou na qualificação profissional e, como cidadão, eu só tenho a agradecer”, acrescentou.

O secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes, destacou a importância do reconhecimento de servidores que têm a missão de defender o povo paraibano. “Esse é mais um dia importante para a Segurança Pública que tem recebido grandes investimentos com entregas de novas viaturas, coletes, armamentos e ações em tecnologia. Nós também temos 50% da Polícia Civil e quase mil bombeiros promovidos, o que simboliza o cuidado com as pessoas que fazem a nossa Segurança”, comentou.

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, parabenizou os policiais promovidos na data simbólica de comemoração do Dia do Servidor Público. “Esse ato representa o reconhecimento do governo, na pessoa do governador, e estabelece a continuidade de um processo motivacional profundo, com conteúdo e contínuo. De servidor para servidor, o nosso gestor tem mostrado a sua responsabilidade pública com a Paraíba e o respeito à nossa instituição, colocando as insígnias nos cabos da corporação que também passaram por um curso de capacitação que nos faz ser uma polícia destacada nacionalmente”, declarou.

“Hoje é um dia de felicidade e nenhuma palavra pode significar mais a missão dos nossos policiais do que proteção. São pessoas que merecem o nosso reconhecimento pelo compromisso em defesa da segurança pública porque sem eles a sociedade fica desprotegida”, ressaltou o deputado federal Julian Lemos.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Adriano Galdino, parabenizou os promovidos. “É uma alegria ter dividido esse momento com todos e cumprimento o governador João Azevêdo por mais essa ação administrativa. Recentemente, estivemos em Campina Grande, onde foram entregues mais de 300 viaturas para a região, o que demonstra o compromisso do governo com o segmento e com homens e mulheres que constroem um estado melhor, mais justo e seguro através de seus ofícios”, falou.

A cabo Andressa Costa, que atua na Patrulha Maria da Penha, em Campina Grande, falou da alegria de receber a promoção e de trabalhar pela proteção da sociedade. “Eu agradeço primeiramente a Deus pela oportunidade de já ter 10 anos de história de vivência na Polícia Militar, onde já fiz parte do Ciop e da Rádio Patrulha e esse momento é muito importante para nós. Essa é uma motivação muito grande e vamos continuar trabalhando e cumprindo a lei”, falou.

O cabo Edson Júnior também comemorou a ascensão na carreira. “Essa é mais uma conquista profissional, continuaremos a desempenhar da melhor forma possível a nossa missão e agradecemos pelo reconhecimento ao nosso trabalho, buscando sempre servir e proteger a sociedade paraibana”, afirmou.

Os deputados estaduais Raniery Paulino, João Gonçalves, Jutay Meneses e Anísio Maia e auxiliares da gestão estadual também prestigiaram o evento.

Zema sobre repasses: ‘o que depende do Estado não será atrasado'

O governador Romeu Zema (Novo), durante coletiva de imprensa, garantiu o cumprimento em dia dos repasses da Saúde para os Municípios


O governador garantiu o cumprimento do acordo de cerca de R$ 7 bilhões de repasses atrasados da Saúde aos municípios mineiros

O governador Romeu Zema (Novo) garantiu o cumprimento do acordo firmado entre o Estado de Minas Gerais e os municípios para o repasse de cerca de R$ 7 bilhões de verbas da Saúde retidas entre 2009 e 2020. O pacto firmado entre o Governo de Minas e a Associação Mineira de Municípios (AMM) foi assinado, nesta quinta-feira (28), em cerimônia sediada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). A primeira parcela, de R$ 400 milhões, chegará aos cofres dos Municípios até dezembro. A segunda, também de R$ 400 milhões, será quitada no primeiro semestre de 2022. A partir de outubro de 2022, o restante será pago mensalmente em 96 parcelas de, aproximadamente, R$ 42 milhões.

De acordo com Zema, os prefeitos estão cientes de que o que depende do Estado não será atrasado. “Das 33 parcelas referentes ao acordo de repasses de ICMS e Fundeb, já pagamos 22 ou 23. Não atrasamos nenhuma parcela e não temos atrasado os repasses a que têm direito os Municípios. O secretário de Fazenda (Gustavo Barbosa) tem a orientação de trabalhar com o maior conservadorismo possível. Se alguma coisa acontecer, vamos frear os gastos antes que venham a impactar os Municípios.” O pacto celebrado nesta quarta-feira é o segundo entre o Governo de Minas e a AMM. Assim como o novo, o anterior também correspondia a um montante avaliado em R$ 7 bilhões.

O presidente da AMM, Julvan Lacerda, ponderou que o pagamento a longo prazo não é o que os Municípios querem, mas, sim, o que o Governo tem condições de fazer. “Mais importante do que a solução do passado, é o compromisso de, daqui para a frente, não se atrasar mais. Nós temos a confiação de que, se isso acontecer, mesmo que vá além (do mandato) do governador Zema, temos instituições dando garantias do acordo. Temos o Ministério Público, o Tribunal de Contas, o Tribunal de Justiça e o próprio Governo do Estado fazendo esse grande acordo par solucionar o problema.”

Zema atribuiu as condições financeiras do Estado para firmar o pacto aos ajustes fiscais realizados, como, por exemplo, a reforma da Previdência, realizada em setembro de 2020. “Os frutos do ajuste que temos feito tardam a aparecer, mas já estão aparecendo. Em agosto, colocamos em dia o pagamento do salário (do funcionalismo) no quinto dia útil. Vamos pagar o décimo-terceiro. Então, Minas passou a viver um círculo virtuoso. Desde 1º de janeiro de 2019, temos plantado muitas sementes, adubado, irrigado, e, agora, começamos a colher os frutos. E nada mais justo do que pagar quem tem crédito com o Estado.” O governador ainda lembrou os investimentos privados em Minas até setembro de 2021. “Atraímos R$ 58 bilhões. Isso redunda em melhoria de arrecadação, o que nos possibilita cumprirmos o acordo celebrado.”

O TEMPO

Na conta: funcionários do administrativo do Cruzeiro recebem salários atrasados

Cruzeiro vem lutando para colocar vencimentos em dia

Vencimentos em atraso dos meses de julho e setembro foram quitados, sendo que a folha de agosto foi paga no dia 8 deste mês

Funcionários do administrativo do Cruzeiro que trabalham no escritório da WeWork, no Boulevard, receberam nesta quinta-feira (28) seus vencimentos em atraso dos meses de julho e setembro, sendo que a folha de agosto foi paga no dia 8 deste mês. Coloboradores da parte contábil, financeira e fiscal chegaram a promover uma paralisação no início desta semana, já que se sentiram prejudicados por não terem recebido enquanto funcionários do futebol e dos clubes sociais tiveram os pagamentos realizados com a ajuda de parceiros do clube. 

O Cruzeiro se prepara para uma grande mudança administrativa no fim do ano, quando vai se transformar em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Com isso, o futebol terá um CNPJ e vai funcionar à parte dos clubes sociais geridos pela administração. 

Enquanto essa transformação é ainda formulada, o clube corre atrás de seus parceiros para garantir a operação de suas atividades até o fim do ano, garantindo também o salários dos funcionários das mais diversas áreas. 

No futebol, o time volta a campo na noite desta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), quando encara o Remo, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. O time possui remotas chances de acesso e busca uma vitória para afastar de vez qualquer possibilidade de descenso à terceira divisão. Faltam sete rodadas para o término da temporada. 

O TEMPO

Londres retira últimos países de sua lista vermelha por Covid

A medida atinge Colômbia, Panamá, Equador, República Dominicana, Haiti, Peru e Venezuela

O governo britânico retirou nesta quinta-feira (28) os últimos sete países de sua lista vermelha, que limita a entrada na Inglaterra a residentes ou cidadãos britânicos, com a condição de que mantenham quarentena em um hotel, para lutar contra a Covid-19. 

A medida atinge Colômbia, Panamá, Equador, República Dominicana, Haiti, Peru e Venezuela, aos quais o Reino Unido havia fechado suas fronteiras por causa da variante gama, aparecida no Brasil. 

“Manteremos a lista como medida de precaução para proteger a saúde pública e estamos prontos para adicionar países e territórios se necessário, como se fosse uma primeira linha de defesa para o Reino Unido”, tuitou o ministro dos Transportes, Grant Shapps. 

A medida, que entra em vigor a partir de segunda-feira, diz respeito à Inglaterra, mas o governo local escocês também anunciou que tomou a mesma decisão. Os governos do País de Gales e da Irlanda do Norte geralmente adotam as mesmas regras.

O TEMPO

Após Uefa, Conmebol vira pedra no sapato no plano da Fifa de fazer Copa bienal

Entidade emitiu um comunicado

Ponto que passou a ser debatido é a perda de atratividade da competição

A Fifa continua encontrando resistência em seu plano de realizar a Copa do Mundo a cada dois anos. Na quarta-feira, foi a vez da Conmebol bater o pé contra o projeto da entidade máxima do futebol. O Conselho da confederação sul-americana se reuniu em Luque, no Paraguai, para debater o assunto. Ao fim da reunião, uma nota oficial foi divulgada com um posicionamento contrário à ideia, afirmando que as seleções da América do Sul não vão participar do torneio no novo formato.

“O projeto em questão vira as costas a quase 100 anos de tradição do futebol mundial, ignorando a história de um dos eventos esportivos mais importantes do planeta”, disse a Conmebol.

Anteriormente, a Uefa havia sido a primeira federação a se levantar contra o projeto de mudanças no calendário internacional. Por mais de uma vez nos últimos dois meses, o presidente da entidade, o esloveno Aleksander Ceferin, se manifestou de maneira contrária, inclusive destacando ter o apoio da Conmebol para barrar a ideia.

Na terça-feira, o jornal francês Le Monde publicou a informação de que a Uefa, confederação que comanda o futebol europeu, corre riscos de arcar com um prejuízo de três bilhões de libras, cerca de R$ 20 bilhões, se a Copa for realizada a cada dois anos. Para ter melhor dimensão dessa possível perda financeira, o órgão contratou em setembro um estudo independente, conduzido pela Oliver & Ohlbaum Associates.

O responsável por liderar este projeto é Arsène Wenger, ex-técnico do Arsenal, hoje Diretor de Desenvolvimento de Futebol na Fifa. Ao jornal francês L’Équipe, o francês admitiu que as propostas trabalhadas até o momento não têm como principal finalidade os fins econômicos, mas sim a melhora da qualidade das partidas e a frequência das competições.

Eduardo Carlezzo, advogado especializado em direito desportivo, explica que, apesar da declaração de Wenger, há sim interesses financeiros por parte da entidade. “A Copa do Mundo de seleções é o trem pagador da Fifa. Sem ela, a entidade teria enormes dificuldades em se sustentar. Obviamente, aumentando a periodicidade a receita também aumentaria, o que por consequência leva ao aumento do poder financeiro da Fifa e da capacidade de distribuir recursos às federações nacionais”, esclareceu.

Carlezzo ainda caracteriza a proposta da Fifa de realizar o mundial a cada dois anos como esportivamente descabida e totalmente injustificável. “Isso faz menos sentido ainda quando sabemos que existe um calendário de jogos que atualmente já é complicado e é danoso para os clubes. Se isso realmente sair do papel, será muito prejudicial aos clubes. Seria o mundial de seleções a cada 2 anos um contragolpe da Fifa na Uefa? O jogo que está sendo jogado nos bastidores é pesado e não está claro para onde rumam estas competições”, completou.

Outro ponto que passou a ser debatido é a perda de atratividade da Copa do Mundo, uma vez que as pessoas teriam um intervalo de tempo menor para esperar o início do torneio. Segundo dados da Fifa, a última edição, sediada na Rússia, alcançou recorde de audiência, com mais de 3,5 bilhões de telespectadores. De acordo com a entidade, 3,572 bilhões de telespectadores – mais da metade da população mundial com 4 anos de idade ou mais – assistiram a alguma parte da cobertura oficial, que foi transmitida ao vivo em todos os territórios do planeta entre 14 de junho e 15 de julho de 2018.

Rene Salviano, executivo de marketing que lançou neste ano a HeatMap, agência de marketing esportivo focada em captação de patrocínios, acredita que a diminuição do intervalo entre uma Copa e outra pode trazer efeitos positivos.

“A Fifa pode trazer novidades para o futebol, seja na inovação das regras de jogo ou até mesmo do formato de disputa. A briga por audiência é cada vez maior, porém, com algumas mudanças, a entidade deixará este esporte ainda mais atrativo para os fãs. Evidente que o futebol é um esporte de grande apelo, sobretudo no Brasil, mas é possível levar novidades que tragam uma modernização e que façam brilhar os olhos dos torcedores pelos seus 90 minutos”, acrescentou Salviano.

Para Marcelo Palaia, professor e especialista em marketing esportivo, a mudança na periodicidade do torneio não deve afetar a audiência e o interesse do público no geral. “Não acredito que vá impactar tanto na audiência e interesse do público no geral. A Uefa Champions League (Liga dos Campeões da Europa) e a Copa Libertadores da América são ótimos exemplos, uma vez que são torneios que acontecem todos os anos e sempre mobilizam milhares de pessoas que acompanham e gostam de futebol”.

O TEMPO

Gabigol lamenta agressão e xingamentos após eliminação na Copa do Brasil

O atacante foi xingado por torcedores na saída de campo; sua mãe, Lindalva Barbosa, também foi hostilizada

Após a eliminação do Flamengo para o Athletico-PR na Copa do Brasil na noite desta quarta-feira (27), torcedores do Rubro-nrgo hostilizaram a mãe de Gabriel Barbosa, no estacionamento do estádio, e ainda lançaram um copo de cerveja no atacante na saída de campo. Em nota publicada em suas redes sociais, Gabigol lamentou o ocorrido.

“Sei que no Flamengo temos de vencer e queremos vencer sempre, sempre com respeito e dedicação à instituição que defendemos. Mas jamais aceitarei agressões, falta de respeito e xingamentos, principalmente, aos meus familiares, que tanto se dedicaram para que eu pudesse estar aqui hoje”, declarou o atacante.

Gabriel ainda se disse chateado com a atitude dos torcedores ao fim da partida. “Deixei o campo chateado com a derrota, revoltado por não conseguir ajudar meu Flamengo, e me deparei com uma cena que jamais imaginei que passaria: ser agredido com um copo, que voou em minha direção por torcedores que certamente não representam nossa Nação”, afirmou.

Por fim, Gabigol pediu para que cada torcedor reveja o comportamento em campo. “Tenho a certeza de que sairemos ainda mais fortalecidos, o futebol é alegria, é respeito, é empatia, e responsabilidade. Que cada um possa refletir sobre os atos e com ele evoluam para termos um Maracanã como ele deve ser!”, concluiu.

Veja a publicação do jogador:

O TEMPO

Bolsonaro viaja à Itália para G20 e receber título honorário

Presidente será cidadão honorário de Anguillara Veneta, localidade de onde a sua família emigrou há mais de um século

O presidente Jair Bolsonaro, inicia nesta sexta-feira (29) uma visita à Itália para participar da reunião do G20, em Roma, e receber o título de cidadão honorário de Anguillara Veneta, localidade de onde a sua família emigrou há mais de um século, informaram fontes oficiais.

Segundo a agenda oficial divulgada nesta quinta-feira (28), que ainda está sujeita a alterações, Bolsonaro iniciará sua visita com um encontro na tarde de sexta-feira com o presidente da República italiana, Sergio Mattarella, no Palácio de Quirinale.

A primeira visita de Bolsonaro à Itália, de onde partiu seu bisavô em 1878, de acordo com dados que a AFP teve acesso em 2018, ocorre em um contexto delicado, pois o presidente costuma ser fortemente criticado a nível internacional por relativizar a propagação do coronavírus e por sua política ambiental.

Desde que assumiu o poder em 2019, Bolsonaro enfrenta críticas pelo aumento do desmatamento e dos incêndios na Amazônia, assim como pela falta de liderança de seu governo nas discussões sobre o clima, nas quais, insistentemente, reivindica que os demais países paguem ao Brasil para proteger os 60% de floresta amazônica que estão dentro de suas fronteiras, um recurso-chave para frear a mudança climática.

O presidente brasileiro participará no sábado e no domingo da cúpula do G20, que se centrará nos temas da Covid-19, recuperação econômica e mudança climática.

Bolsonaro, contudo, não comparecerá à conferência COP26 em Glasgow, na Escócia, que começa na segunda-feira, o mesmo dia em que ele se dirigirá ao norte da Itália para receber o título de cidadão honorário de Anguillara Veneta, uma pequena localidade de 4.000 habitantes na região do Vêneto, reduto do partido italiano de extrema-direita Liga.

A distinção de cidadão honorário busca “recompensar o recebimento dos migrantes procedentes de Anguillara Veneta no Brasil”, assegurou à AFP a prefeita da cidade, Alessandra Buoso, que tentou defender sua decisão explicando que a iniciativa é “para o povo que ele representa, e não para ele como pessoa”.

Cerca de mil habitantes dessa localidade emigraram para o Brasil no fim do século XIX, fugindo da pobreza em seu país. 

Na terça-feira, ao término de sua viagem à Itália, Bolsonaro visitará em Pistoya, localidade situada cerca de 200 quilômetros ao sul de Anguillara Veneta, o monumento erguido em homenagem aos cerca de 500 soldados brasileiros caídos na Segunda Guerra Mundial, cujos restos mortais foram levados de volta ao Brasil na década de 1960.

O TEMPO

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