Copa Municipal de Futebol Society terá rodada decisiva nesta sexta(10) que definirá o segundo finalista
Polícia prende suspeito de lavar dinheiro da maior milícia do Rio de Janeiro
Antônio das Casinhas é apontado como chefe da contabilidade da Bonde do Ecko
Um importante miliciano, braço direito do chefe do maior grupo paramilitar do Rio de Janeiro, foi preso nesta terça-feira, 7, pela Polícia Civil. Antônio Lúcio Fernandes, mais conhecido como Antônio das Casinhas, de 39 anos, foi detido em sua casa, localizada em Campo Grande. Foram três meses de investigação da polícia e intenso monitoramento para a operação. Segundo as apurações, o miliciano é braço direito de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, chefe da maior milícia do Rio, a Bonde do Ecko. Antônio das Casinhas seria o responsável pela lavagem do dinheiro do grupo. Para isso, ele teria aberto uma empresa em seu próprio nome, com atividades ligadas à administração, segurança de condomínios e construção civil. No entanto, na realidade, a receita dos paramilitares vem de diversas modalidades criminosas e da extorsão de moradores e comerciantes. Antônio vai enfrentar acusações de corrupção de menor, porte ilegal de arma de uso restrito, extorsão e associação criminosa.
Por Jovem Pan
*Com informações do repórter Rodrigo Viga
Polícia Militar de Goiás mata oito suspeitos de integrar quadrilha do ‘Novo Cangaço’
| Nenhum policial se feriu na ação, que teve espingardas, pistolas e revólveres apreendidos Divulgação / Secretaria de Segurança Pública de Goiás |
Grupo estava na cidade de Araçu e estaria planejando crime em Nova Crixás; dez armas de fogo e dois artefatos explosivos foram encontrados no local
A Polícia Militar de Goiás (PM-GO) realizou nesta quarta, 8, uma operação contra suspeitos de formarem uma quadrilha do ‘novo cangaço‘ que estariam planejando roubar uma agência bancária na cidade de Nova Crixás, no norte do Estado. O grupo estava numa chácara em Araçu quando foi surpreendido pelos policiais, e teria iniciado uma troca de tiros na qual todos os oito acabaram baleados. Eles chegaram a ser socorridos mas morreram no hospital, enquanto nenhum policial se feriu. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de Goiás, a quadrilha era oriunda de São Paulo e foi descoberta pelas equipes de inteligência. “Recebemos informações que esse grupo planejava assaltos em Goiás e montamos uma operação. No local, fomos recebidos a tiros pelos suspeitos e revidamos a agressão. Pelas conversas a que tivemos acesso, mais criminosos viriam para auxiliar nos assaltos”, afirmou o coronel Marcelo Granja.
“Verificamos os pertences dos indivíduos e identificamos que um deles teve um atendimento médico em Nova Crixás, o que nos leva a crer que, provavelmente, já tinham feito um levantamento na cidade e poderiam agir naquele local a qualquer momento”, contou Granja. Segundo o coronel, o chácara onde o grupo estava era alugado para eventos e o casal que cuida do local não percebeu nada de errado. Ao todo, foram apreendidas três espingardas, cinco pistolas, dois revólveres, munições, rádios comunicadores e celulares, além de dois artefatos explosivos que foram explodidos no local. “Nós já temos muitas informações, incluindo sobre a qualificação dos indivíduos e os antecedentes deles”, disse o subcomandante geral da PM-GO, o coronel André Henrique Avelar de Sousa. O caso será apurado pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Trindade.
Por Jovem Pan
Manifestantes contra passaporte da vacina brigam com seguranças da Alerj em dia de votação sobre o tema; confira vídeos
A cidade do Rio de Janeiro exige o passaporte de vacinação para a entrada em bares, lanchonetes, restaurantes, hotéis, salões de beleza, academias, cinemas, eventos esportivos e outros locais. Em vídeos que circulam nas redes sociais da confusão desta quarta, é possível ver os manifestantes pedindo ‘Fora Paes’, em referência ao prefeito da cidade, dizendo que querem liberdade e que a exigência do passaporte da vacinação é uma “ditadura”. Os deputados que apresentaram o projeto dizem que o passaporte cria ‘cidadãos sujeitos à marginalização’. Durante a confusão, enquanto era debatido o projeto, o presidente da Alerj, André Ceciliano (PT) criticou a situação. “Quebraram o vidro. É isso aí, a gente já conhece essas vergonhas. Vou retirar o projeto de pauta e não entra, hein?”, alertou Ceciliano. Um dos autores do projeto, Gualberto pediu que os protestantes dessem o exemplo. “A presidência está nos tratando com máximo respeito, por favor, pelo amor que vocês têm a Deus, precisamos dar o exemplo. Aqui na Alerj todos os debates estão sendo permitidos, não há necessidade disso. Isso não ajuda”, disse. Confira alguns vídeos da confusão.
Por Jovem Pan
Senado aprova volta da propaganda partidária gratuita em rádio e televisão
| Projeto teve que ser votado pela segunda vez no Senado após ser modificado na Câmara Antonio Molina/Fotoarena |
Partidos terão espaço de acordo com o número de deputados que elegerem; comerciais serão financiados com renúncia fiscal das emissoras
O Senado aprovou nesta quarta, 8, projeto de lei que estabelece a volta da propaganda partidária gratuita em rádio e televisão. O placar foi de 47 votos a favor e 12 votos contrários. O texto havia sido aprovado no Senado e passou com modificações na Câmara, o que fez com que voltasse à outra casa legislativa antes de ser encaminhado para sanção presidencial. O projeto, de autoria dos senadores Jorginho Melo (PL-SC) e Wellington Fagundes (PL-MT), retoma o modelo que existia para as inserções até 2017, ano em que havia sido extinto, com o financiamento por meio de renúncia fiscal aos impostos devidos pelas emissoras de rádio e televisão. Melo e Fagundes argumentam que o tempo é necessário para que os partidos possam divulgar seus eventos e se posicionar quanto aos debates da sociedade. As emissoras que não exibirem as inserções perdem o direito à abatimento de impostos e serão obrigadas a ressarcir o partido político.
Para poderem exibir seus comerciais, os partidos deverão ter cumprido a cláusula de desempenho prevista na Constituição e o espaço recebido será variável de acordo com o número de deputados eleitos: a sigla que eleger até nove deputados nas eleições anteriores poderá usar 5 minutos por semestre; aquelas com 10 a 20 deputados poderão usar 10 minutos. E e as legendas com mais de 20 deputados terão tempo de 20 minutos. Os anúncios terão 30 segundos de duração e serão exibidos nos intervalos da programação entre 19h30 e 22h30, tanto em âmbito nacional quanto estadual. Nessas três horas, as duas primeiras poderão ter até três inserções partidárias e a última, entre 21h30 e 22h30, quatro. Ao menos 30% do tempo terá que ser reservado para promover a participação política de mulheres. Em anos de eleições, as inserções ocorrerão apenas no primeiro semestre para não concorrer com o horário eleitoral, que é diferente. Não serão permitidas a veiculação de imagens que incitem à violência, a prática de atos que resultem em qualquer tipo de preconceito racial, de gênero ou de local de origem, ou a utilização de matérias que possam ser comprovadas como fake news.
Por Jovem Pan