PF conclui que Daniel Silveira não violou a tornozeleira eletrônica

Foto: Os Pingos Nos Is/YouTube


O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) não violou a tornozeleira eletrônica, foi o que apontou o laudo pericial da Polícia Federal (PF), no dia 28 de outubro deste ano, obtido pela revista Oeste, divulgado nesta terça-feira (23).

“O laudo de Perícia Criminal Federal, em suma, destacou que não houve rompimento da cinta do equipamento de monitoramento eletrônico”, diz trecho do documento, assinado pelo delegado Leonardo Reis Guimarães.

(Divulgação/Revista Oeste)

O deputado foi acusado de violar o lacre da tornozeleira eletrônico por quatro vezes, segundo relatório de monitoramento da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, em junho.

 Gazeta Brasil

São Luiz do Paraitinga e ao menos outras 58 cidades cancelam Carnaval de 2022

Apesar do cancelamento em várias cidades, capital
 paulista manteve o Carnaval de rua. 
WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO


Apesar do alto índice de vacinados e da queda no número de infectados, a maioria dos municípios teme o aumento do número de casos

São Luiz do Paraitinga, cidade conhecida por seu tradicional Carnaval de rua, cancelou a festa em 2022 por causa da pandemia de Covid-19. “Avaliando os dados referentes à crise sanitária que atravessamos, verificou-se que o atual momento ainda requer atenção, cautela e responsabilidade de nossa parte, pois ainda não oferece a devida segurança, não sendo propício para um evento de tamanha magnitude”, disse a prefeitura do município em nota. “É com pesar que se tomou essa decisão, já que não ignoramos o quanto nosso povo se identifica com essa manifestação cultural e ainda o quanto ela representaria para a economia local. Entretanto, o Poder Público não pode se furtar de exercer sua função de zelar pela saúde pública, que é o bem mais importante de todos”, completou. 

Pelo menos outras 58 cidades no interior e no litoral de São Paulo também cancelaram as comemorações. Entre os municípios estão Sorocaba, Mogi das Cruzes, Taubaté, Botucatu e Jundiaí. Apesar do alto índice de vacinados e da queda no número de infectados, a maioria teme o aumento do número de casos por conta das aglomerações. Outras prefeituras alegam falta de recursos para realizar o evento. É o caso de Taubaté e Sorocaba, que anunciaram que não vão liberar verba pública para o Carnaval, mas autorizaram que escolas de samba organizem as festas com recursos próprios ou privados. Na capital paulista, o Carnaval está mantido e a administração municipal está recebendo inscrições para os tradicionais blocos de rua. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) já afirmou que a festa não deve ter restrições sanitárias.

Veja as cidades que cancelaram o Carnaval: 

  • Altinópolis
  • Barrinha
  • Borborema
  • Botucatu
  • Brodowski
  • Cabreúva
  • Campo Limpo Paulista
  • Caçapava
  • Caconde
  • Cajuru
  • Cássia dos Coqueiros
  • Cunha
  • Dobrada
  • Dumont
  • Franca
  • Guariba
  • Guatapará
  • Ibitinga
  • Itápolis
  • Itatiba
  • Itupeva
  • Jaboticabal
  • Jarinu
  • Jundiaí
  • Lins
  • Louveira
  • Marília
  • Mogi das Cruzes
  • Monte Alto
  • Monteiro Lobato
  • Natividade da Serra
  • Orlândia
  • Paraibuna
  • Pitangueiras
  • Poá
  • Potirendaba
  • Pradópolis
  • Roseira
  • Salesópolis
  • Sales Oliveira
  • Santa Cruz da Esperança
  • Santa Ernestina
  • Santa Isabel
  • Santa Rosa do Viterbo
  • Santo Antônio da Alegria
  • Santo Antônio do Pinhal
  • São Joaquim da Barra
  • São Luiz do Paraitinga
  • São Bento do Sapucaí
  • São Simão
  • Sorocaba
  • Suzano
  • Taquaritinga
  • Taubaté
  • Ubatuba
  • Urupês
  • Várzea Paulista
  • Valinhos
  • Vinhedo

Por Jovem Pan

CCJ da Câmara aprova admissibilidade de projeto que revoga PEC da Bengala

Projeto pode alterar composição do Supremo Tribunal Federal


Caso projeto seja aprovado no Congresso, presidente Jair Bolsonaro poderia fazer mais duas indicações ao Supremo Tribunal Federal antes do fim do mandato

Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça, 23, a admissibilidade de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que revoga a chamada PEC da Bengala, aprovada pelo Congresso em 2015 e que definiu que a aposentadoria compulsória de ministros de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU) ocorre apenas aos 75 anos de idade. A CCJ analisa apenas se o projeto está de acordo com a Constituição e o regimento da casa, não o mérito do projeto, e aprovou a admissibilidade por 34 a 25. O texto segue agora para uma comissão especial, que pode realizar alterações no projeto.

Caso seja aprovada e fique válida antes de 2023, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderia indicar mais dois ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF). Com a PEC, os ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber, ambos de 73 anos, se aposentariam. Na regra atual, os dois deixam o STF apenas em 2023, já no próximo mandato presidencial. A proposta é de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), presidente da CCJ e aliada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ela justifica a proposta afirmando que a PEC da Bengala prejudicou a magistratura por estagnar a carreira dos juízes, e disse que há um compromisso de alterar o texto na comissão especial para que ele não seja válido para os atuais ministros.

Por Jovem Pan

Comissão do Senado convida Aras para esclarecer andamento de indiciamentos pedidos pela CPI da Covid

Augusto Aras recebeu o relatório no dia 27 de outubro
Isac Nóbrega/PR


Senadores aprovaram requerimento de Randolfe Rodrigues para que PGR explique providências em relação ao relatório final

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta terça-feira, 23, convite para que o procurador-geral da República, Augusto Aras, esclareça o andamento dos indiciamentos e investigações solicitadas no relatório final da CPI da Covid-19. O autor do requerimento, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), cobrou que o magistrado explique quais providências foram tomadas desde a entrega do parecer, aprovado no dia 26 de outubro. “Encontra-se sob a mesa de sua excelência a sugestão de indiciamento de pelo menos oito pessoas com foro privilegiado, entre eles o presidente da República. O que nós gostaríamos de saber do senhor procurador-geral da República é o seguinte: se dará encaminhamento às investigações, instaurará um inquérito que seja, pelo menos um inquérito que seja, no Supremo Tribunal Federal. Investigação preliminar me parece claramente uma ação protelatória”, afirmou. A PGR anunciou instauração de apuração preliminar para analisar o relatório no último dia 28, um dia depois da entrega do documento. Em nota, a assessoria da PGR informou que Aras vai se manifestar no próximo sábado, dia 27.

Por Jovem Pan

Lewandowski libera Roger Abdelmassih para deixar prisão e realizar perícia

O ex-médico Roger Abdelmassih foi preso acusado
de estuprar suas pacientes.
MARCELO CHELLO/ESTADÃO CONTEÚDO


Atualmente, o ex-médico cumpre sua pena de 278 anos de reclusão no Hospital Penitenciário do Estado de São Paulo; avaliação deverá ajudar a definir o regime de prisão

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a internação do ex-médico Roger Abdelmassih, 78, nesta terça-feira, 23, O Habeas Corpus 209106 estabelece que o condenado será submetido a uma internação para realização de perícia médica, a fim de que seu estado de saúde seja avaliado. A partir desta avaliação, a Justiça determinará o regime prisional. Lewandowski, em sua decisão, reconhece a gravidade dos crimes cometidos por Abdelmassih, mas afirma que, diante de laudos médicos tão conflitantes, determinou sua internação para saber o real estado de saúde.

Atualmente, Abdelmassih cumpre sua pena de 278 anos de reclusão no Hospital Penitenciário do Estado de São Paulo por uma série de estupros de suas pacientes. Os advogados do seu ex-ginecologista relataram o quadro clínico e solicitou que a prisão domiciliar humanitária fosse restabelecida. O regime foi revogado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). De acordo com a defesa, a gravidade da doença de Abdelmassih (cardiopatia) e a impossibilidade de um tratamento correto na Penitenciária do Tremembé, em São Paulo, foram atestados por laudos médicos.

Por Jovem Pan

PL confirma filiação de Bolsonaro para 30 de novembro

Presidente da República, Jair Bolsonaro 
Foto: Alan Santos/PR

Definição é produto do encontro que, na tarde de hoje, reuniu o presidente da República e Valdemar Costa Neto, diz partido

O Partido Liberal (PL) confirmou nesta terça-feira, 23, que o presidente Jair Bolsonaro vai se filiar à sigla na manhã da próxima terça-feira, 30 de novembro.

Segundo a legenda, a definição da data é produto de encontro que, na tarde de hoje reuniu o presidente da República e o Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

O anúncio ocorre depois que, em 14 de novembro, foi anunciado o cancelamento da cerimônia de filiação de Bolsonaro, que estava marcada para o dia 22.

Na ocasião, Valdemar Costa Neto afirmou que “após intensa troca de mensagens” com Bolsonaro, foi decido, de comum acordo, “pelo adiamento da anunciada cerimônia de filiação”.

Durante agenda oficial no Oriente Médio, Bolsonaro disse que tinha “muito a conversar” com o presidente do PL antes de entrar no partido.

“Eu acho difícil essa data de 22. Tenho conversado com ele, e estamos em comum acordo que podemos atrasar um pouco esse casamento para que ele não comece sendo muito igual os outros. Não queremos isso”, afirmou Bolsonaro.

Na época da declaração, o presidente disse que, entre as pendências, estava acertar o discurso sobre temas como a pauta conservadora e relações exteriores.

Ele também disse que deveria ser melhor discutida a questão das coligações estaduais: “A gente não vai aceitar, por exemplo, São Paulo apoiar alguém do PSDB”.

Hoje, mais cedo, em entrevista à Rádio Correio, da Paraíba, o presidente havia afirmado que sua filiação ao PL estava praticamente certa. “Mas, na política, só está fechado quando fecha”, afirmou.

O presidente chegou a confirmar que o principal entrave para sua filiação era a aliança do PL com o PSDB em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país.

Afonso Marangoni

Taiwan renova treinamento militar para reservas em meio à pressão da China

 
Arquivo: Ann Wang / Reuters

 A  preparação para uma possível ação militar da China é uma perspectiva que paira sobre Taiwan desde que seu governo fugiu para a ilha no final da Guerra Civil Chinesa em 1949. Houve três encontros imediatos entre os anos 1950 e 1990, e agora pode haver motivo para preocupação mais uma vez, pois o Exército de Libertação do Povo da China (ELP) conclui uma ambiciosa campanha de modernização militar.

Em um artigo publicado recentemente, o Ministério da Defesa Nacional de Taiwan disse que o PLA desenvolveu a capacidade de bloquear os principais aeroportos e portos de Taiwan, enquanto o Pentágono disse que teria a capacidade de “obrigar a liderança de Taiwan à mesa de negociações” já em 2027 .

Desde que assumiu o cargo em 2016, a presidente Tsai Ing-wen tem se concentrado em melhorar as capacidades das forças armadas e realizado uma extensa campanha de compra de armas dos Estados Unidos, à medida que a relação de seu governo com Pequim piorou. Em agosto, o governo do presidente dos EUA Joe Biden aprovou sua primeira venda de US $ 750 milhões em armas para Taiwan, depois que o predecessor Donald Trump aprovou US $ 5,1 bilhões em vendas em 2020.

O ministério da defesa de Taiwan agora está pedindo US $ 9 bilhões extras nos próximos cinco anos para melhorar as defesas de Taiwan. O dinheiro seria um acréscimo ao seu orçamento existente e crescente.

À medida que o horizonte de Taiwan escurece, é preciso considerar outra grande questão: se o público em geral estará pronto.

A maioria dos cidadãos do sexo masculino são obrigados a completar o serviço nacional que deve, em teoria, prepará-los para complementar o militar profissional, agora limitado a cerca de 188.000, de acordo com dados do orçamento, e aumentando para 215.000 se contratados civis e estagiários forem incluídos na equação.

Os militares foram colocados em limites por razões orçamentárias e políticas – a maioria das democracias não mantém grandes exércitos permanentes – e, portanto, as reservas desempenhariam um papel de apoio vital no reposicionamento de pistas bombardeadas, consertando veículos e simplesmente cavando fossos. Em caso de ataque, cerca de um milhão desses reservistas, aqueles que completaram o serviço nacional nos últimos oito anos, poderiam ser convocados no primeiro turno de mobilização.

‘Os estagiários são mais um fardo’

Apesar de seu papel importante, no entanto, Taiwan enfrenta questões sobre se suas reservas são capazes de lutar de fato e se um sistema adequado está em vigor para supervisioná-las, caso tenham sido mobilizadas em um cenário de guerra.

Depois de completar o serviço nacional, que foi reduzido para quatro meses em relação a um ano há cerca de uma década, a maioria dos reservistas é obrigada a retornar para cerca de uma semana de treinamento de recall em duas ocasiões distintas para aprimorar suas habilidades. Na prática, entretanto, os resultados foram mistos.

“O novo serviço obrigatório de quatro meses não oferece tempo suficiente para o treinamento em várias especializações, ao mesmo tempo que lhes dá experiência suficiente em exercícios conjuntos”, disse Kitsch Liao Yen-fan, consultor de guerra cibernética e assuntos militares do Doublethink Lab em Taiwan . “Isso significa que os novos trainees de quatro meses são mais um fardo para as unidades para as quais foram designados do que o poder de combate real em que se pode confiar.”

Wen Lii, diretor do escritório do governante Partido Democrático Progressista para as Ilhas Matsu, um grupo de ilhas governadas por Taiwan que fica na costa sudeste da China. disse à agência de notícias Al Jazeera que passou seu serviço nacional aprendendo a dirigir e consertar um veículo blindado.

Embora tenha achado a experiência valiosa, ele também disse que havia espaço para melhorias.

“Eu desempenhei um papel coadjuvante – meu papel era semelhante ao de um mecânico e assistente de ensino – mas isso tem a ver com o propósito de nossa unidade específica, bem como o papel pretendido para os recrutas em primeiro lugar”, disse ele à agência de notícias Al Jazeera .

Ele disse que os reservistas poderiam se beneficiar de um “papel mais definido”, detalhando como eles ajudariam os soldados regulares durante o tempo de guerra, concentrando-se em logística, primeiros socorros e apoio semelhante – um ponto que também foi levantado por analistas.

A estratégia de defesa de Taiwan há muito tempo se concentra na “defesa assimétrica” ou que iria “resistir ao inimigo na costa oposta, atacá-lo no mar, destruí-lo na área litorânea e aniquilá-lo na cabeça de praia”, segundo o ministério da defesa. Na prática, isso significa que, embora superado em número pelo PLA, Taiwan pretende se tornar um alvo pouco atraente para o ataque, sendo capaz de realizar uma resistência prolongada.

Por esta razão, o ministério da defesa criou a Agência de Mobilização de Defesa Total para supervisionar as reservas a partir de janeiro.

Um projeto piloto também terá início no mesmo mês para revisar o treinamento de recall, testando um regime mais intensivo de 14 dias em 15.000 reservistas reconvocados. Recentemente, alguns recalls também falaram de uma mudança no tom na forma como os militares os tratam, sugerindo que seu valor potencial também é reconhecido.

Cy Chen, que trabalha no atendimento ao cliente, disse à Al Jazeera que sua primeira experiência com treinamento de recall, três anos atrás, parecia um “acampamento de verão” para escoteiros, mas durante seu segundo recall recente ele percebeu uma grande mudança no tom enquanto seu grupo revisava como usar armas e praticar tiro ao alvo.

“Como um de nossos líderes mencionou lá, ‘aprendemos a atirar e como nos esconder, mas nunca aprendemos a nos esquivar ou a fazer combate’. Acho que esse processo é para garantir que quando o país precisar de você e você não tiver medo de usar uma arma e além disso, esse processo também nos lembre como (valorizar) a paz ”, disse ele.

‘Muito mais trabalho a ser feito’

Melhorar as habilidades práticas e o treinamento são apenas uma parte da equação, no entanto, se Taiwan realmente deseja ter uma força de defesa capaz. Por um lado, o exército de Taiwan é um tanto desequilibrado, pois tem quase 90.000 oficiais militares não comissionados (sargentos) – soldados alistados que começaram no nível de entrada e subiram na hierarquia – mas apenas 44.127 soldados e 36.232 oficiais comissionados que entraram nas forças armadas em uma classificação mais elevada, de acordo com dados do orçamento do governo.

Wen-Ti Sung, professor do Programa de Estudos de Taiwan da Australian National University, disse que Taiwan tem apenas cerca de 40 por cento dos oficiais e 60 por cento dos sargentos necessários para supervisionar, treinar e coordenar reservistas convocados como parte do maior “plug and play” de Taiwan ou estratégia de defesa “pronta para ir” ancorada em uma base militar relativamente pequena e mais ampla de civis.

Os militares em Taiwan, no entanto, há muito tempo são uma escolha de carreira impopular devido aos baixos salários, benefícios e status social, bem como associações negativas com o regime de lei marcial de Taiwan , quando os militares desempenhavam um papel vital na supressão dos direitos humanos. “Há muito mais trabalho a ser feito em termos de fazer da defesa uma grande carreira do tipo que atrai talentos de alto calibre em Taiwan”, disse Sung.

Um novo white paper de defesa tornado público no início deste mês propõe melhores moradias, creches e mais cursos de desenvolvimento de carreira, mas não está claro se isso será suficiente para motivar as pessoas a se inscreverem.

Atualmente, um tenente ganha apenas 51.915 novos dólares de Taiwan ($ 1.867) por mês, enquanto um coronel – uma das posições de campo mais importantes na maioria dos militares – ganha 78.390 NTD ($ 2.816), não muito mais do que o salário médio mensal de 54.320 NTD uma vez que bônus As pensões também foram reduzidas em 2018, pois o governo não conseguiu equilibrar as contas com uma população em declínio e mudanças estruturais na economia de Taiwan.

“Como você faz com que eles [recrutas profissionais] acreditem que ingressar no exército não é um compromisso para a vida toda, eles poderiam ter uma segunda vida fora do exército? Foi o que aconteceu com os militares dos EUA, a maioria das pessoas quando deixam o serviço tem uma segunda vida ”, disse Liao, da Doublethink, descrevendo como Taiwan está agora passando por uma“ corrida ”contra o tempo.

“Não se trata de comprar todas as grandes armas, obter todos os mísseis que puder, é sobre mudar atitudes e cultura e toda a sociedade se preparando para estar pronta e formar uma dissuasão a tempo”.

No outro extremo do espectro, há uma discussão contínua por legisladores e especialistas militares em Taiwan e nos Estados Unidos sobre se treinar uma milícia civil ou simplesmente ter voluntários prontos para fornecer comida e abrigo nos muitos templos de Taiwan.

Defesa civil

Por enquanto, pequenos workshops foram organizados por grupos fora do governo por grupos como a Associação de Pesquisa e Desenvolvimento de Táticas Militares e Policiais de Taiwan (TTRDA), que treina civis em habilidades como prática de tiro tático, para Forward Alliance, que ensina habilidades como primeiro ajuda para grandes desastres.

“Acreditamos que uma sociedade resiliente e preparada teria um grande fator na decisão da autoridade de Pequim sobre o uso da força. Isso significa que por trás desses 180.000 a 200.000 militares fortes, temos um sistema de reservas e civis que são treinados e equipados para se mobilizar em caso de emergência. A ideia é que a população civil complementaria a força de nossa força regular ”, disse Enoch Wu, fundador da Forward Alliance que já serviu nas forças especiais de Taiwan.

A aliança ensina as pessoas como se protegerem, como tratar os feridos, como trabalhar em equipe e como proteger o ambiente próximo.

“Essas coisas são os alicerces da resposta de emergência, quer estejamos lidando com um terremoto ou, na pior das hipóteses, um conflito militar para ter uma população civil treinada para apoiar nossos respondentes de emergência”, acrescentou Wu.

Mas agora Taiwan também deve enfrentar o uso crescente de guerra psicológica de “zona cinzenta” e outras táticas de confronto que poderiam permitir que a China “tomasse Taiwan sem luta”. Isso vai desde guerra cibernética e desinformação, até navios da guarda costeira taiwanesa, patrulhas do Estreito de Taiwan e envio de voos do PLA para a Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ) de Taiwan, uma faixa de terra e mar monitorada pelos militares.

Entre 16 de setembro do ano passado e 31 de julho, aeronaves chinesas fizeram 554 missões no ADIZ de Taiwan, de acordo com o ministério da defesa. Eles continuaram com voos regulares em setembro e aumentaram as atividades por volta de 1º de outubro , o Dia Nacional da China, enviando quase 150 voos para o ADIZ em quatro dias.

Essas patrulhas têm “objetivos múltiplos, incluindo testar as respostas de Taiwan, treinar pilotos da RPC, enviar sinais de alerta ao governo de Taiwan e estimular o nacionalismo em casa”, de acordo com Bonnie Glaser, diretora do programa Ásia do Fundo Marshall Alemão dos EUA. Glaser descreveu as capacidades crescentes da China como “preocupantes”, embora ela não acreditasse que qualquer ação militar fosse iminente.

Por enquanto, os militares de Taiwan disseram que continuarão monitorando a situação e também usarão de cautela para evitar uma nova escalada.

Se os Estados Unidos, o aliado mais importante de Taiwan, viriam em sua defesa, não está deliberadamente claro sob sua política contínua de “ ambigüidade estratégica ” que caminha na linha entre defender Taiwan e não irritar a China. De acordo com os termos da Lei de Relações com Taiwan de 1979, os Estados Unidos se comprometeram a “disponibilizar a Taiwan artigos de defesa e serviços de defesa na quantidade necessária para permitir que Taiwan mantenha capacidades de autodefesa suficientes”.

Suas garantias, no entanto, não chegam a prometer apoio militar.

Desde que assumiu o cargo, Biden fez várias declarações sugerindo que apoiaria a democracia diplomaticamente isolada no caso de um ataque, mas os funcionários da Casa Branca rapidamente moderaram seus comentários depois disso.

Quanto mais aliados em potencial Taiwan puder garantir, mais compensará a capacidade da China de atacar Taiwan, disse Sung da ANU à Al Jazeera.

Naquela época, também seria necessária “a capacidade objetiva e a vontade política subjetiva” para realizar uma operação, disse ele. Além dos EUA, uma lista potencial de aliados poderia incluir Japão, Coreia do Sul, Austrália e até mesmo alguns países europeus que expressaram preocupação com o futuro do Estreito de Taiwan.

“Estamos vendo estimativas que colocam o ano em 2027 mais ou menos em termos de a China ter superioridade convencional suficiente para uma ofensiva bem-sucedida e, se você falar com mais militares, e eles dirão, talvez seja mais perto de 2035”, Sung disse. “Mas esse é o número da projeção em linha reta. Se você levar em consideração outros tipos de falcões de guerra ou a possibilidade de amigos e aliados adicionais (de Taiwan) vindo para participar desta situação, então provavelmente estamos atrasando a linha do tempo no futuro. ”

Gazeta Brasil

FONTE : AL JAZEERA

EUA vão retirar as Farc da lista de organizações terroristas

As Farc deixarão de constar numa lista de organizações 
terroristas | Foto: Reprodução/Redes sociais

Iniciativa simboliza o apoio do presidente Joe Biden ao acordo de paz firmado entre a guerrilha e o governo colombiano

Os Estados Unidos retirarão o nome das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) de uma lista de organizações terroristas estrangeiras. A iniciativa, encabeçada pelo presidente Joe Biden, simboliza o apoio da Casa Branca ao acordo de paz firmado entre a guerrilha e o governo colombiano.

Segundo o The Wall Street Journal, a medida pode ser anunciada ainda nesta terça-feira, 23, coincidindo com o aniversário de cinco anos do acordo firmado pelo então presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e os integrantes das Farc. O pacto encerrou um conflito de 52 anos.

Nova fase das Farc

O grupo terrorista começou a se desmobilizar logo depois da assinatura do acordo, com 13 mil homens e mulheres entregando suas armas. Conforme estabelecido no tratado, a guerrilha se transformou em um partido político, cujo nome é Partido do Povo Comum.

“Para o governo de Joe Biden, essa é uma medida de baixo custo”, afirmou Sergio Jaramillo, responsável pelas negociações de paz. “Isso seria um sinal para as Farc: já se passaram cinco anos, vocês fizeram sua parte, comprometeram-se corretamente e estamos retirando vocês da lista.”

Edilson Salgueiro

OMS alerta que Europa pode ter 700 mil mortes por Covid nos próximos meses

 

A delegação regional da OMS alertou que a pandemia dA Covid-19 poderá provocar mais 700 mil mortes só na Europa, até março de 2022, caso a tendência atual se mantenha. O número acumulado de óbitos deverá aumentar de 1,5 para 2 milhões.

As projeções da OMS sugerem que 25 países da região europeia que a organização do sistema das Nações Unidas avalia – composta por 53 Estados da Europa e da Ásia Central – correm o risco de registar falta de camas hospitalares e 49 terão, até março, uma situação de grande ou extrema sobrecarga dos serviços de cuidados intensivos.

“Para conviver com este vírus e continuar com o nosso dia a dia, precisamos ir além da vacina. Isto significa receber as doses padrão [da vacina] e um reforço, se necessário, mas também incorporar medidas preventivas nas nossas rotinas”, afirmou o diretor regional da OMS Europa, Hans Kluge, em comunicado divulgado esta terça-feira.

Entre as medidas, Kluge aponta o uso de máscaras de proteção individual em espaços fechados, a higienização das mãos, a ventilação dos espaços, a manutenção do distanciamento físico ou o hábito de cobrir a boca com o antebraço ao tossir.

Estes gestos ajudam a “evitar tragédias desnecessárias e perdas de vidas”, além de limitarem os transtornos na sociedade, destacou o diretor da OMS Europa.

A organização defende ainda a combinação dessas medidas com intervenções de saúde pública, como a implementação do certificado da Covid-19, o isolamento de quem tem sintomas, a realização de testes de rastreio e a aplicação de quarentenas.

A região europeia continua muito vulnerável à pandemia, destaca a OMS.

Gazeta Brasil

Sede do Clarín é atacada por vândalos na Argentina

A sede do Clarín foi atacada por vândalos na 
segunda-feira 22 | Foto: Reprodução/Redes sociais

Nove pessoas encapuzadas atiraram coquetéis molotov na fachada do prédio do jornal

A sede de um dos principais jornais da Argentina, o Clarín, foi atacada com coquetéis molotov na última segunda-feira, 22, por um grupo de nove vândalos encapuzados. De acordo com o periódico, o ataque ocorreu às 23 horas.

As bombas danificaram a fachada do prédio e provocaram o início de um incêndio na entrada. O Corpo de Bombeiros chegou ao local minutos depois, mas não precisou intervir, porque os focos de incêndio se extinguiram sozinhos.

A polícia ainda não sabe as motivações do crime. Segundo o jornal, os investigadores conseguiram identificar impressões digitais em uma das garrafas que não explodiu. O vídeo já foi enviado às autoridades.

Em comunicado, o Clarín condenou o ataque, classificando-o como uma expressão violenta de intolerância contra um meio de comunicação. “Lamentamos e condenamos esse grave fato”, diz a nota. “Aguardamos seu urgente esclarecimento e punição.”

Políticos se pronunciam

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, repudiou a ação dos criminosos. “Esperamos que o acontecido seja esclarecido e que os autores sejam identificados a partir da investigação, que já está em curso”, tuitou.

O ex-presidente Mauricio Macri também se manifestou. “É uma tentativa gravíssima de amedrontar um meio de comunicação e a imprensa”, salientou. “Um fato inaceitável, que lembra as práticas violentas do passado. Repudio a agressão e me solidarizo. Que a Justiça detenha os responsáveis.”

Edilson Salgueiro

Decoração natalina de Rio das Ostras já está sendo produzida pela equipe da Froc

 
Os trabalhos na oficina da Fundição e na Casa de Cultura
 não param. Foto: Divulgação

A criatividade da equipe da Fundação Rio das Ostras de Cultura não para. Depois do sucesso da árvore de Natal do ano passado, os servidores da Fundição de Artes e Ofícios e da Casa de Cultura Bento Costa Jr., sob a orientação dos seus respectivos diretores, Paulo Gonçalves e Rodrigo Pontes, já estão remodelando a árvore para este ano e os adornos que irão enfeitar a Praça José Pereira Câmara.

Prevista para ser instalada no dia 8 de dezembro, a árvore principal vai manter os sete metros de altura com uma estrutura de cinco módulos em metalon e madeira reaproveitada. As diferenças começam com a remodelação, que está com um aspecto mais moderno. Ao invés da madeira envernizada, sua estrutura foi pintada com cores da paleta de verde e detalhes que formam um efeito de neve. Outra mudança é com relação a Estrela de Belém.

Dessa vez, a Estrela-Guia, que revelou o nascimento de Jesus aos Reis Magos e, posteriormente, guiou-os até Belém, segundo a tradição cristã, está sendo produzida em um material reforçado, mantendo as características originais.

De acordo com Paulo Gonçalves, o empenho da equipe continua fazendo a diferença. “Dessa vez usamos novamente a criatividade para inovar mais uma vez. A pintura e a estrutura reforçada são novas, mas a beleza e o sentido continuam os mesmos. A cada ano, nos superamos para apresentar um trabalho que represente bem a data e nos deixe com orgulho”, declarou.

ENFEITES – Para acompanhar a árvore, a equipe da Casa de Cultura está empenhada na confecção dos adornos que ficarão enfeitando a Praça. “Este ano teremos novos bonecos de papai Noel, laços para enfeite, sinos e placas com mensagens otimistas. Todo o material está sendo produzido com madeiras reaproveitadas, MDF e compensados, além dos tecidos para os laços de fita”, explicou Rodrigo Pontes.

Para a presidente da Fundação Rio das Ostras de Cultura, Cristiane Regis, mais uma vez a Cidade vai receber um trabalho artesanal original e diferenciado que vai agradar a todos. “Continuamos a investir na criatividade dos artistas da nossa equipe que vem se desdobrando para deixar Rio das Ostras mais bonito e com um clima bem natalino neste final de ano. Estão todos de parabéns”, afirmou Cristiane.

Vigilância Sanitária orienta promotores de eventos de massa em Rio das Ostras

 
Equipes da Vigilância Sanitária atuam em eventos
públicos e privados. Foto: Divulgação

A Vigilância Sanitária, da Secretaria de Saúde de Rio das Ostras, vem orientando promotores de eventos e prestadores de serviços em relação aos protocolos de segurança sanitária e de prevenção ao coronavírus no Município.

Em Rio das Ostras, os eventos de massa, públicos ou privados, devem obter, após autorização da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, o licenciamento sanitário, emitido pela Vigilância Sanitária.

As equipes da Vigilância realizam orientações prévias e fiscalizam a execução das determinações legais, que incluem normas de instalações e serviços relacionados ao comércio e manipulação de alimentos, definição de responsabilidades e prestação de serviços de saúde.

O licenciamento sanitário é solicitado por meio do site da Prefeitura no link: https://www.riodasostras.rj.gov.br/licenciamentosanitario/

COVID-19 – Por conta da pandemia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa emitiu uma Nota Técnica para auxiliar os empresários e interessados a reduzirem o risco de sanitário e de contágio do coronavírus aos seus funcionários e clientes.

A Nota orienta quanto ao protocolo sanitário recomendado durante a pandemia e à elaboração de um plano operativo de eventos nacionais e internacionais, a ser encaminhado ao e-mail emergencia.sanitaria@anvisa.gov.br.

Esses procedimentos devem ser realizados além do licenciamento sanitário. As recomendações fortalecem as medidas de controle e redução de transmissão da Covid-19 e proporcionam segurança a todos envolvidos no evento.

EVENTO DE MASSA – São considerados eventos de massa os eventos de natureza cultural, esportiva, comercial, religiosa, social ou política, por tempo pré-determinado, com concentração ou fluxo excepcional de pessoas, de origem nacional ou internacional.

Esse tipo de iniciativa, a partir da avaliação das ameaças, vulnerabilidades e riscos à saúde pública exige a atuação coordenada de órgãos de saúde pública da gestão municipal, estadual e federal e requer fornecimento de serviços especiais de saúde, públicos ou privados.

LEGISLAÇÃO – Para realização desse tipo de evento, os organizadores devem cumprir as normas determinadas pelas esferas municipal, estadual e federal.

Estão entre as exigências: apresentar projetos de execução das obras de infraestrutura nos quesitos relacionados às normas sanitárias; garantir retirada de pessoas enfermas ou acidentados, além de área para entrada, deslocamento e saída das ambulâncias; manter as áreas de circulação de público em condições satisfatórias de higiene e limpeza, com número satisfatório de lixeiras, inclusive para descarte de máscaras; apresentar plano de gerenciamento de resíduos; garantir a adequada manutenção do sistema de distribuição de água; garantir o cumprimento dos requisitos sanitários e as condições higiênico sanitárias adequadas à manipulação de alimentos; disponibilizar sanitários, com oferta de água para a higienização das mãos, limpos e com dispensadores devidamente abastecidos; entre outras.

Para mais informações, os organizadores devem entrar em contato com a Vigilância Sanitária pelo e-mail: vigilanciasanitaria.ro@gmail.com

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