Direitista Kast e esquerdista Boric vão ao 2º turno no Chile

 

Advogado conservador José Antonio Kast lidera a disputa pela presidência seguido pelo deputado e ativista estudantil Gabriel Boric.

Um advogado conservador de direita e um ex-ativista estudantil de esquerda vão disputar a presidência do Chile no dia 19 de dezembro que vem, dois anos depois dos protestos contra a desigualdade que colocaram o país no caminho da mudança constitucional.

O candidato direitista Antonio Kast  saiu na frente com 27,92% dos votos, seguido do adversário da esquerda Gabriel Boric, que tem 25,80%.

Em um discurso de vitória, Kast retratou o segundo turno como uma decisão entre “comunismo e liberdade”, de acordo com a Associated Press . 

“Não queremos seguir o caminho da Venezuela e de Cuba”, disse Kast, de acordo com a AP. “Queremos um país desenvolvido, que é o que pretendíamos ser até sermos brutalmente detidos pela violência e pela pandemia.”

Boris, um ex-líder de protesto estudantil eleito para o Congresso em 2014, não atacou Kast pelo nome ao falar aos apoiadores após a votação. 

“Nossa cruzada é pela esperança de derrotar o medo”, disse Boric, de acordo com a AP. “Nosso dever hoje é convencer os outros de que oferecemos o melhor caminho para um país mais justo”.

Enquanto os eleitores de esquerda procuram desafiar os poderes estabelecidos e outros querem um governo duro com o crime e a imigração, este ano marca a eleição mais polêmica do Chile desde seu retorno à democracia em 1990, informou a Reuters. 

Embora Boric já tenha liderado a corrida, a violência política e o aumento do crime impulsionaram Kast. A maioria das pesquisas previa que Kast venceria a eleição por alguns pontos percentuais, disse a Reuters.

Por dois anos, o Chile sofreu protestos às vezes violentos, porque as pessoas exigiam melhorias na qualidade de vida, acrescentou a Reuters. 

No mês passado, legisladores de oposição chilenos moveram-se para destituir o presidente Sebastian Pinera depois que os Pandora Papers revelaram seu envolvimento em um negócio offshore.

De acordo com a investigação, a família de Pinera vendeu sua participação no projeto da mina Dominga durante seu primeiro mandato presidencial em um negócio que pode ter incluído uma cláusula proibindo a proteção ambiental na área.

Pinera não pôde concorrer novamente nesta eleição por causa de limites de mandatos consecutivos, mas o escândalo prejudicou seu partido nas pesquisas. 

Gazeta Brasil

Áustria inicia seu 4º lockdown nacional

 
Foto: Lisi Niesner/Reuters

 A Áustria iniciou seu quarto lockdown nacional nesta segunda-feira (22) para tentar conter a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Ontem (21), milhares de pessoas protestaram em Viena contra a retomada de restrições à circulação.

O governo anunciou também, na semana passada, que tornará a vacinação obrigatória a partir de 1º de fevereiro.

Há um ‘movimento antivacina’ significativo no país, estimulado pelo Partido da Liberdade de extrema-direita, o terceiro maior do Parlamento austríaco.

Cerca de 66% da população da Áustria está totalmente vacinada contra a Covid-19, uma das taxas mais baixas da Europa Ocidental.

Restaurantes, cafés, bares, teatros, comércios não-essenciais e cabeleireiros não poderão abrir as portas durante 10 dias, e talvez até durante 20, diz o governo.

Os mercados natalinos, um grande chamariz de turistas que tinham acabado de abrir, também precisam fechar. Os teleféricos de esquiadores ficarão abertos, mas só para os vacinados.

Os hotéis fecharão para turistas que ainda não estão hospedados.

Gazeta Brasil

Idosa é atingida por bala perdida no Rio de Janeiro

Bala perdida atinge idosa de 71 anos no Rio de Janeiro
Pixabay 


Moradores do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, afirmam que disparo foi feito por policiais militares, mas informação não é confirmada pelas forças de segurança

Uma idosa de 71 anos foi atingida por uma bala perdida neste domingo, 21, durante uma operação da Polícia Militar (PM) no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro. Carmelita Francisca de Oliveira foi socorrida por vizinhos e levada para o hospital estadual Alberto Torres, no bairro Colubandê. Ela passou por exames e continua sendo avaliada pela equipe médica. O estado de saúde da idosa inspira cuidados. Segundo os moradores do conjunto de favelas, a tropa de elite da PM, o Bope, numa troca de tiros com bandidos. Ele alegam que os policiais teriam sido os responsáveis pelos disparos que atingiram a idosa, no entanto essa informação não foi confirmada pelas forças de segurança. No sábado, 20, um policial militar foi morto numa troca de tiros entre agentes de segurança e criminosos da região. Segundo o instituto Fogo Cruzado, plataforma muito utilizada por cariocas e fluminenses, somente neste ano de 2021, 24 idosos foram baleados na região metropolitana do Rio. Dentre eles, oito morreram.

Por Jovem Pan

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

Maduro elege 20 de 23 governadores na Venezuela

 
FOTO: YURI CORTEZ/AFP

O ditador socialista Nicolás Maduro conquistou uma expressiva vitória nas eleições regionais realizadas no domingo (21) na Venezuela. 20 de 23 governadores apoiavam o regime chavista, segundo as autoridades eleitorais do país.

A oposição, que voltou a participar de eleições depois de 3 anos, venceu em apenas 3 Estados, entre os quais Zulia, o mais populoso da Venezuela. Os opositores também ficaram com a vitória em Cojedes e Nueva Esparta.

O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), de Maduro, elegeu governadores nos Estados de Amazonas, Anzoátegui, Apure, Aragua, Barinas, Bolívar, Carabobo, Delta Amacuro, Falcón, Guárico, Lara, La Guaira, Mérida, Miranda, Monagas, Portuguesa, Sucre, Táchira, Trujillo e Yaracuy.

Segundo o órgão eleitoral venezuelano, quase 42% dos eleitores compareceram às urnas.

“Bom triunfo, boa vitória, boa colheita, produto do trabalho perseverante, produto de levar a verdade a todas as comunidades”, comemorou Maduro.

 Gazeta Brasil

40% das cidades do Rio de Janeiro ainda não completaram o ciclo vacinal de metade da população

 Cidades do Rio em pior quadro vacinal são Parati
 e São Fidelix, onde apenas 1 em cada 5 habitantes recebeu
as duas doses da vacina contra a Covid-19, apenas 20%
da população. 
EVANDRO LEAL/ENQUADRAR


Dado da secretaria estadual de Saúde se contrapõe ao avanço da vacinação na capital fluminense e em Niterói

Em meio a uma melhora no cenário epidemiológico na cidade e no Estado do Rio de Janeiro, uma notícia preocupante: mais de 40% das cidades do Estado, que tem 92 municípios ao todo, não têm nem metade da população com o ciclo de vacinação completo, com duas doses da vacina contra a Covid-19. Os dados são da própria secretaria estadual de Saúde, que tem como base informações dos municípios, junto ao Programa Nacional de Imunização (PNI). As cidades com menores coberturas vacinais são Parati, no sul, e São Fidelix, no interior, onde apenas 1 em cada 5 habitantes recebeu as duas doses da vacina, apenas 20% da população. Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, Macaé tem o pior desempenho, somente 1 em cada 4 está imunizado. Barra Mansa, São João de Meriti, Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, aparecem logo atrás com apenas 30% do ciclo vacinal completo para a população local. Por outro lado, Rio de Janeiro e Niterói são as cidades com a vacinação mais avançada. A capital fluminense já vacinou 88% da população com uma dose e imunizou totalmente 77%. No último final de semana, a cidade do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 12 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 aplicadas.

Por Jovem Pan

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

PSDB suspende eleição das prévias após app de R$ 1 milhão de reais gerar problemas em votação

 
PSDB

 Após reunião com a cúpula do partido, o PSDB decidiu suspender a votação das prévias que vai definir qual nome do partido será o presidenciável tucano. Segundo a CNN Brasil, os votos devem ser lacrados em uma urna na sigla.

O aplicativo, que  custou de 1 milhão de reais, pago pela legenda com recursos do fundo partidário, apresentou problemas e impediu filiados do PSDB de votar, neste domingo (21), foi desenvolvido pela Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs)

João Doria prefere que a votação seja concluída no próximo domingo. Eduardo Leite quer levar as prévias para fevereiro de 2022.

Gazeta Brasil

Reconstrução da BR-319, que liga Manaus ao centro-sul, é alvo de ambientalistas

O chamado “Trecho do Meio” é o principal foco 

da reconstrução da BR-319.| Foto: Dnit

Na única via terrestre que liga Manaus ao centro-sul do Brasil, caminhões e ônibus atolados são uma realidade frequente. Inaugurada em 1976, a BR-319 tem hoje grande parte de seu trajeto danificado e sem nenhuma pavimentação, o que dificulta não só o tráfego de veículos e o transporte de cargas, mas também a fiscalização da grilagem de terras e do desmatamento. Ainda assim, há inimigos ferrenhos de um projeto de reconstrução da BR-319: os ambientalistas.

Nos últimos meses, o governo federal tem tentado viabilizar o projeto de reconstrução da BR-319 junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). No fim de setembro, quatro audiências públicas foram feitas para discutir o plano, com a presença de representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Ibama, de engenheiros, de políticos da região, além de ambientalistas e indigenistas.

O projeto de reconstrução não é novo, nem é ideia do governo Bolsonaro. Ele se arrasta desde 2005, com idas e vindas relacionadas principalmente aos impasses criados por supostos defensores do meio ambiente.

O foco das discussões é o chamado Trecho Do Meio, que tem 405 km de extensão – o que representa quase a metade da BR-319 – começando a 250 km ao sul de Manaus e terminando no km 655 da rodovia, perto de Humaitá (AM). Essa parte da estrada já está quase toda sem asfalto e fica repleta de atoleiros nas temporadas mais chuvosas.

Um estudo encomendado pelo Dnit reconheceu alguns possíveis efeitos negativos da repavimentação da BR-319, como um impacto imediato na fauna e na flora da região, que, além de enfrentar obras durante alguns anos, passaria a contar com mais tráfego de veículos.

Por outro lado, a falta de trafegabilidade aumenta os níveis de pobreza daqueles que vivem nos municípios da região e prejudica o desenvolvimento econômico do Amazonas. Além disso, com o asfaltamento da rodovia, haveria a possibilidade de maior fiscalização do desmatamento e da grilagem e de maior controle da fauna e da flora.

A expectativa do governo é receber um aval do Ibama para a reconstrução da BR-319 ainda em 2021, e começar as obras durante o atual mandato, no primeiro semestre de 2022. A reconstrução duraria cerca de cinco anos.

O antropólogo Diogo Oliveira, que conhece a região e já atravessou a BR-319, diz que “a população é extremamente a favor”. “Quem está lá e se desloca naquela estrada – e eu mesmo já atravessei aquela estrada uma vez – sabe que, apesar de a estrada ser o meio mais rápido, você tem o risco de ficar atolado. Ou você corre esse risco, ou vai de barco, que é uma viagem muito mais longa, ou você vai de avião, que é uma viagem muito mais cara. A população que mora lá tem um anseio muito grande por essa estrada, para não ficar dependente de transporte fluvial e nem dependente de avião comercial, que é caro”, diz ele.

”Fiscalização vai chegar aonde hoje só chega a ilegalidade”, diz secretária do Ministério da Economia

No Ministério da Economia, há um órgão responsável por promover a articulação entre os diversos atores públicos relacionados com a reconstrução da BR-319: a Secretaria de Apoio ao Licenciamento Ambiental e à Desapropriação. Para Rose Hofmann, que chefia esse órgão, a rodovia reconstruída vai ajudar a evitar o desmatamento na Amazônia.

Ela critica um tuíte recente do Observatório do Clima que relacionou uma explosão nos índices de desmatamento no Amazonas à reconstrução da BR-319. “Nada de asfalto foi colocado, ainda, no Trecho do Meio. O aumento do desmatamento não pode ser associado com o asfaltamento do Trecho do Meio”, critica. Apesar disso, ela afirma que se trata, de fato, de “um índice preocupante”.

Rose tem feito a articulação entre órgãos tão diferentes como o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Amazonas, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Federal (PF).

Ela diz que busca ouvir todos os atores, inclusive os ambientalistas. “O que eu falo para todos eles é: caminhão com toras de madeira estão saindo, e eles não se importam se quebrar o caminhão no meio da lama, porque está valendo a pena para eles. Agora, a partir do momento que tiver asfalto, a PRF e a PF vão ter uma mobilidade muito mais fácil”.

A reconstrução da BR-319, de acordo com ela, é fundamental para reforçar a fiscalização na região. “Se quebrar uma caminhonete da PRF, com o tempo para reposição, eles perdem força de trabalho. Eles não fluem naturalmente pela rodovia em todos os períodos do ano. A gente acredita realmente que, com o asfalto, a mobilidade da fiscalização vai colocá-los em pé de igualdade ou em vantagem com relação aos criminosos, os grileiros, os madeireiros. A fiscalização vai chegar aonde hoje só chega a ilegalidade”, afirma.

O que dizem os ambientalistas

Para os ambientalistas, o principal problema não é a obra em si, mas o desmatamento que poderia ser induzido pela facilitação do acesso à região. Eles criticam o Estudo do Impacto Ambiental (EIA) feito pelo Dnit. Segundo eles, esse estudo não considera alguns impactos indiretos da construção da rodovia para o meio ambiente e até para o clima do Brasil. Além disso, eles dizem que a BR-319 é economicamente inviável.

Durante a audiência pública ocorrida em Manaus no final de setembro, o norte-americano Philip M. Fearnside, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e ganhador do Prêmio Nobel da Paz, chegou a sugerir que o desmatamento promovido por conta da reconstrução da BR-319 poderia favorecer secas em São Paulo.

“A BR-319 e as estradas vicinais associadas ameaçam o bloco de floresta que é justamente a área mais crítica para a manutenção do fornecimento de vapor d’água para São Paulo: a vasta área entre a rodovia BR-319 e a fronteira do Brasil com o Peru”, afirmou.

Fearnside disse ainda que o projeto da estrada tem “múltiplas camadas de ilegalidade”, entre elas “a falta de consulta a qualquer um dos povos indígenas impactados pela rodovia”.

Para ele, “prosseguir com a rodovia BR-319 e estradas associadas teria consequências desastrosas para o Brasil, efetivamente, abrindo o que resta da floresta amazônica do país para a migração de atores e processos do arco do desmatamento”.

Um dos presentes na audiência de Manaus, Sérgio Kruke, líder do Movimento Conservador Amazonas, foi acusado por veículos de imprensa de ter feito ataques xenófobos contra Fearnside. No entanto, no vídeo da audiência pública, que está disponível no YouTube, Kruke afirma somente que é contra a interferência externa na Amazônia. “Como pode o cara vir de lá dos Estados Unidos para dizer o que eu vou fazer na minha casa?”, questiona ele.

À Gazeta do Povo, Kruke diz que “nós temos que preservar a natureza, mas não podemos deixar de viver”. “Para o Fearnside, não deveria existir a BR-319. E aí eu me coloco no lugar das pessoas que vivem aqui (no Amazonas), que têm suas famílias aqui, e que são isoladas. Ele quer que o povo do Amazonas não tenha o direito de ir e vir por via terrestre”, critica.

Ambientalismo favorece o desmatamento promovido por criminosos, diz especialista

Autor do livro “Máfia Verde: o Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial”, o mexicano Lorenzo Carrasco afirma à Gazeta do Povo que essa pressão sobre a BR-319 está longe de ser novidade. “Todas as estradas que passam pela Amazônia e toda a obra de modernização da Amazônia estiveram submetidas a pressões internacionais, de grupos de interesse que não querem que a Amazônia se desenvolva”, afirma.

Segundo ele, a sabotagem ao desenvolvimento da Amazônia beneficia, acima de tudo, os membros do crime organizado – inclusive aqueles que desmatam. “Eles não respeitam nenhuma legislação e são os que se beneficiam do contrabando de minerais, do desmatamento dessa parte da região. A falta de desenvolvimento da região amazônica beneficia a criminalidade, o contrabando e a contravenção”, diz Carrasco.

Para ele, “há uma política das ONGs ligadas às agências de desenvolvimento internacionais para evitar que o Brasil ocupe a região amazônica”. Enquanto isso, segundo Carrasco, essas ONGs se transformam em uma força de ocupação, mas a criminalidade não é contida.

“Eles ocupam para evitar o desenvolvimento, e quem acaba explorando essa região é, em grande parte, a criminalidade e o narcotráfico. Sem obras de infraestrutura, a criminalidade é favorecida. Isso é um fato”, observa.

Quais são as etapas do projeto de reconstrução da BR-319 que os ambientalistas querem atravancar

Para qualquer obra de infraestrutura que possa ter impacto ambiental significativo, o governo precisa apresentar um estudo de impacto ambiental (EIA).

Inicialmente, o Ibama emite um documento chamado termo de referência, que informa tudo o que precisa ser avaliado no EIA pelo governo. Entre as exigências estão os impactos para fauna, flora, água, solo, clima e para as comunidades que moram nas cercanias.

No caso da BR-319, o Dnit já apresentou o EIA, que ainda está sob análise do Ibama. Antes de qualquer parecer, contudo, convocam-se audiências públicas, em que diversos atores relacionados à obra podem expressar seus posicionamentos. Nas últimas audiências, os ambientalistas buscaram apontar falhas no EIA, com o objetivo de invalidá-lo.

Também deve estar presente no EIA um estudo sobre o impacto para as comunidades indígenas – para avaliar esse aspecto, o Ibama consulta a Fundação Nacional do Índio (Funai) para elaborar um termo de referência. O governo tem tido dificuldade nesse quesito por causa das exigências feitas pelo Ministério Público Federal (MPF), que considera que haveria impactos para cerca de 50 comunidades indígenas. Para o governo, o MPF fez uma interpretação muito abrangente e difusa, envolvendo comunidades que só muito indiretamente poderiam ser afetadas pela rodovia. Ainda assim, os grupos indígenas serão incluídos em audiências que poderão ocorrer ainda neste ano.

Depois das audiências públicas, o Ibama emite uma licença prévia se tiver parecer favorável ao EIA. O governo federal espera obter essa licença prévia ainda neste ano.

Em seguida, se tudo correr sem percalços, o Ibama emite uma licença de instalação, que autoriza o início da construção da obra. O governo espera essa segunda licença para o primeiro semestre de 2022.

Por último, quando a obra é concluída, o Ibama emite a licença operação, que autoriza o funcionamento da estrada. Se as etapas anteriores forem concluídas de acordo com os planos do governo, a obra de reconstrução da BR-319 poderia receber essa última licença em cerca de cinco anos – por volta de 2027.

Por Leonardo Desideri/Brasília

Gazeta do Povo

Luciano Hang diz que pode ser candidato em 2022

 
Foto: Reprodução/Facebook

Em entrevista à Jovem Pan, o dono da Havan, Luciano Hang, disse que pode ser candidato a algum cargo público nas eleições de 2022. A declaração foi feita pelo empresário neste domingo (21).

“Vejo tantos candidatos ruins que penso como essas pessoas se candidatam. Nunca tocaram uma birosca, uma máquina de fazer suco de cana, um carrinho de pipoca e são candidatos a presidente, senadores, governadores. São candidatos ruins que não acreditam no capitalismo, no trabalho, na meritocracia como forma de crescimento, e eu fico triste”, afirmou Hang.

“Pensando nisso, às vezes me dá a vontade de me candidatar e colocar meu nome à disposição dos catarinenses ou dos brasileiros. Falta competência para os nossos políticos que vão para a política para ganhar dinheiro para si, sua empresa ou fazer lobby para outras empresas. Ou seja, para ganhar dinheiro próprio. Temos de pensar em políticos que trabalham por patriotismo e para o nosso país”, completou.

O dono da Havan admitiu ter sido sondado por alguns partidos, mas disse que ainda não tomou uma decisão a respeito da eventual candidatura. “Não descarto a possibilidade. Em 2018, entrei como ativista político, mas em 2022 eu estou vendo com a minha família, com filhos, com a minha empresa, com meus amigos. Fui convidado para, de repente, ser alguma coisa, mas vou esperar. Tenho até abril do ano que vem, vou fazer consultas aos meus amigos que estão na política e foram para lá para melhorar o país”, disse Hang.

“Estou pensando, antes eu nem pensava. Não quer dizer que eu vou ser, posso continuar como ativista ou, de repente, posso colocar meu nome à disposição dos brasileiros”.

Na mesma entrevista, Hang fez elogios ao Governo Bolsonaro, mas disse que não é “chapa-branca” e já fez críticas ao presidente: “Eu sou um empresário patriota e que torce pelo Brasil. Eu quero as reformas, privatizações, menos burocracia, menos ‘ecochatos’. Em 2018, eu só fiquei ao lado de Bolsonaro a partir de agosto. Eu falei em janeiro que eu era um ativista político, falei com vários candidatos a presidente, e, no dia 17 de agosto, eu apoiei o presidente Bolsonaro”.

“Todas as vezes em que o Bolsonaro quer fazer alguma reforma, eu me posiciono. E também sou contra. Por exemplo, desde 2019 eu bato que o Bolsonaro está errando no horário de verão. Parece uma coisa simples, mas tenho contato com presidentes de associações de bares e restaurantes, de hotéis, de turismo, e é um tiro no pé contra o emprego de todas essas categorias. Já me manifestei várias vezes, e não sou chapa-branca para dizer amém para tudo o que o governo Bolsonaro faz”, completou.

Questionado sobre seu apoio à possível candidatura do ex-juiz Sérgio Moro, Hang disse que prefere ficar em cima do muro.

“Sobre o candidato que vou escolher no ano que vem, ainda está cedo”, disse. “O Brasil precisa de mais transparência”, conclui.

Gazeta Brasil

Bolsonaro sanciona vale-gás para famílias de baixa renda

 

Na manhã desta segunda-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que institui o auxílio gás. O benefício será concedido a famílias de baixa renda. O auxílio será pago bimestralmente e terá o valor de ao menos 50% da média nacional do preço do botijão de gás de 13kg.

É preciso estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal e ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) menor ou igual a meio salário-mínimo ou receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“As famílias beneficiadas pelo auxílio gás dos brasileiros terão direito, a cada bimestre, a um valor monetário correspondente a uma parcela de, no mínimo, 50% da média do preço nacional de referência do botijão de 13 kg de GLP, estabelecido pelo Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nos seis meses anteriores”.

No ano, o gás liquefeito de petróleo (GLP), também conhecido como gás de cozinha, acumula alta de 27% no país, segundo dados levantados junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O lei que institui o novo auxílio foi publicada na edição desta segunda-feira (22/11) do Diário Oficial da União (DOU).

Além de Bolsonaro, assinam o texto os ministros da Economia, Paulo Guedes; da Cidadania, João Roma; e de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque.

O documento define também que o auxílio será concedido preferencialmente a famílias com mulheres vítimas de violência doméstica. O projeto de lei é de autoria do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) e de outros petistas.

 Gazeta Brasil

Auxílio Brasil de R$ 400 será permanente, diz líder do governo

 
Foto: Marcello Casal Jr. Agência Brasil

 Em entrevista ao G1, o líder do governo no Senado e relator da PEC dos Precatórios na Casa, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que o Governo Bolsonaro aceitou tornar permanente o valor de R$ 400 do Auxílio Brasil.

Porém, Bezerra não explicou de onde sairão os recursos para bancar a nova despesa.

O novo programa social vai pagar em novembro um tíquete médio de R$ 224,41 por núcleo familiar, o que representa o antigo Bolsa Família com um reajuste de 20%. Esse reajuste, porém, não alcança a perda inflacionária dos últimos anos.

Inicialmente, o governo planejava pagar um valor extra para que o benefício chegasse aos R$ 400, na média. Previa ainda manter o Auxílio Brasil nesse valor apenas até o final de 2022, ano eleitoral.

Para pagar o extra, o governo conta com o recursos abertos com a PEC dos precatórios, em tramitação no Senado.

Criticado pela motivação eleitoreira, o valor adicional apenas até o final de 2022 seria viabilizado pelo espaço aberto na regra do teto de gastos por meio da alteração constitucional prevista na PEC.

“Vamos tornar permanente o programa. O problema nunca foi receita. O problema é achar espaço na despesa, estamos trabalhando nisso”, disse Bezerra ao site.

A medida tem resistência da área econômica do governo, que afirma que é preciso cortar despesas de forma permanente para poder incluir os novos valores do programa social.

Reportagem do g1 analisando dados oficiais mostrou que se o valor do benefício social do programa Auxílio Brasil for reduzido de 2022 para 2023, o governo que assumir em 2023 poderá ter no 1º ano do mandato uma folga orçamentária adicional de R$ 46,5 bilhões dentro do chamado teto de gastos.

Gazeta Brasil

Rio das Ostras continua ações do Novembro Azul mobilizando a comunidade

 
Equipes da Saúde percorreram postos de saúde para 
conscientizar os homens. Foto: Divulgação

Equipes percorreram postos de combustíveis, distribuindo informativos e orientando os homens quanto aos cuidados de Saúde

As estatísticas mostram que grande parte dos homens não procura os serviços de Saúde, o que dificulta o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de próstata.

Se os homens não vão até às unidades, as equipes decidiram ir até eles. Como parte da Campanha Novembro Azul, equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF e da Estratégia de Saúde da Família – ESF estiveram percorrendo os postos de combustíveis, na quarta, 17, distribuindo informativos e orientando os homens quanto aos cuidados de Saúde.

“Durante a realização da ação, percebemos que eles ficavam surpresos, mas tivemos uma ótima receptividade. Muitos homens relataram que a Saúde, normalmente, fica em segundo plano em suas vidas, porque priorizam o trabalho”, contou a assistente social Sandra Campelo.

As equipes ressaltaram a importância do auto cuidado e da realização de consultas e exames. Os homens foram incentivados a procurar a Unidade de Saúde mais próxima da sua residência. Também destacaram a relevância dos hábitos saudáveis de vida, que incluem atividade física e alimentação.

Na próxima semana, as equipes vão dar continuidade às ações educativas pela Cidade.

NOVEMBRO AZUL – A Campanha Novembro Azul foi criada para chamar a atenção para a importância da prevenção e diagnóstico precoce, tanto do câncer de próstata, como também de outras doenças.

Em Rio das Ostras, a Secretaria de Saúde ampliou a oferta de vagas em consultas e exames para a população masculina.

Os homens deverão acessar, primeiramente, as Unidades Básicas de Saúde de suas áreas de moradia, para a realização de um check-up integral em Saúde. Aqueles que forem avaliados com risco e sintomas de doenças da próstata serão encaminhados para o urologista.

O Município conta com especialistas desta área, com oferta de consultas semanais e sem nenhuma demanda reprimida.

Campanha ‘21 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher’ começa em Rio das Ostras

Na abertura da Campanha foi abordada a importância
de mobilizar a sociedade para diminuir a violência contra
a mulher. Palestra sobre a Mulher e a Consciência Negra
foi ministrada no primeiro dia da Campanha. Fotos: Divulgação

Oficina de turbantes Rainha do Congo foi uma das atividades da abertura da Campanha, lembrando o Dia da Consciência Negra

Campanha “21 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” terá uma série de atividades em Rio das Ostras. A programação começou nesta sexta-feira, 19 de novembro, e vai até 10 de dezembro com o objetivo de conscientizar a sociedade a respeito das agressões sofridas por meninas e mulheres. Durante esse período, o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) do Município promove rodas de conversa, palestras e momentos de mobilização para a campanha.

“Nesta sexta-feira começamos a mobilização, sensibilização e reflexão sobre assuntos que precisam ter atenção especial por envolverem preconceito, discriminação, violência e violação de direitos tanto racial como de gênero.  Precisamos caminhar mais e mais rapidamente para a superação dessas questões que envolvem dor, sofrimento e distanciamento entre pessoas. Precisamos nos humanizar mais para agir”, enfatizou a secretária de Assistência Social, Eliara Fialho, na abertura da Campanha.

Realizada em mais de 150 países, a campanha internacional é originalmente conhecida como “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”. No Brasil, a iniciativa começa no “Dia da Consciência Negra”, em 20 de novembro, por considerar a mulher negra duplamente vulnerável. Nesse período também são comemorados o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro), o Dia de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres (6 de dezembro) e o Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro).

RIO DAS OSTRAS – O primeiro dia da Campanha em Rio das Ostras começou no Centro Integrado de Convivência (CIC I) de Nova Esperança com a palestra “Mulher e a Consciência Negra”, ministrada pela psicanalista e terapeuta integrativa Keli Arruda. Em seguida aconteceu a Oficina de turbantes Rainhas do Congo, ministrada por Claudia Faiet, do Projeto “Casa de Criolo”. A programação da tarde foi on-line com a roda de conversa “A Violência de Gênero tem Cor” e as participações das assistentes sociais Winnie Correia e Nanla Bonometti, integrantes do Coletivo Vista Minha Pele.

Até o final da Campanha em Rio das Ostras acontecem momentos de bate-papo sobre a violência contra a mulher nas salas de espera de diferentes unidades da Secretaria de Assistência Social, além de mobilizações para a campanha na Praça José Pereira Câmara, Centro de Cidadania e Prefeitura Municipal.

Estão programadas também mais três rodas de conversa on-line, sempre às 15h das quintas-feiras, com os seguintes: dia 25 de novembro, “Avanços e Desafios – Políticas Públicas de Atendimento à Mulher no Município de Rio das Ostras”; dia 2 de dezembro, “Atendimento ao Homem, uma proposta de reconstrução”; dia 9 de dezembro, “Saúde Mental e Masculinidade no contexto da violência contra a mulher”. As inscrições para as lives devem ser feitas pelo WhatsApp (22) 2771-3125 informando nome, instituição que representa e de qual roda de conversa deseja participar.

Em Rio das Ostras, a Campanha termina no dia 10 de dezembro, às 10h, com a mesa-redonda intitulada “Sociedade e Poder Público: como estamos após 15 anos de Lei Maria da Penha”. Os palestrantes serão Dario Córdova Posada, psicólogo/psicanalista e responsável pela implantação de uma metodologia de responsabilização jurídica dos agressores no I Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher e Luciana Araújo, assistente social e pesquisadora em grupos reflexivos com homens autores de violência no âmbito do Sistema Judiciário. A mesa tem participação restrita a convidados e acontece na Igreja Dignus Est, localizada na Extensão do Bosque.

VIOLÊNCIA EM NÚMEROS – De acordo com a pesquisa “Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o Datafolha em maio de 2021, uma em cada quatro mulheres brasileiras acima de 16 anos, representando 24,4% dessa população, afirmaram ter sofrido algum tipo de violência ou agressão nos últimos 12 meses. Isso significa uma média de 17 milhões de mulheres.

Segundo dados do Atlas da Violência 2021, uma iniciativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), 66% das mulheres assassinadas no Brasil em 2019 eram negras.

CAMPANHA INTERNACIONAL – Uma mobilização educativa e de massa pela erradicação da violência contra a mulher e a garantia dos seus direitos. Assim pode ser definida a campanha de ativismo criada em 1991 por líderes feministas reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), nos Estados Unidos.

A Campanha nasce em torno do Dia Internacional da Não-violência contra as Mulheres, celebrado em 25 de novembro. A comemoração da data foi decretada no 1° Encontro Feminista da América Latina e do Caribe, realizada em 1981, na Colômbia, e reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1999.  É uma referência ao assassinato cruel das irmãs Mirabal pelo ditador Trujillo na República Dominicana, em 25 de novembro de 1960.

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

Dia 22/11/2021 – segunda-feira

CEAM com você na “Sala de Espera” Horário: 8h às 8:30h – CRAS SUL

Téc. Resp. do CEAM – Psicóloga Monique Baraldini

Participação liberada para as pessoas que aguardam atendimento e servidores da unidade

 

Dia 23/11/2021 – terça-feira

Espaço Aberto – Divulgação CEAM e Mobilização dos 21 dias de Ativismo Horário: 9h às 15h – Praça José Pereira Câmara

Balcão de Orientação e Informação, para quem tiver interesse

 

Dia 25/11/2021 – quinta-feira

CEAM com você na “Sala de Espera” Horário: 8h às 8:30h – CRAS ROCHA LEÃO

Téc. Resp. do CEAM – Advogada Amanda Peroba

Participação liberada para as pessoas que aguardam atendimento e servidores da unidade

Roda de Conversa – LIVE Horário: 15h

Tema: Avanços e Desafios – Políticas Públicas de Atendimento à Mulher no Município de Rio das Ostras

Convidadas:

Andreia Pereira – Enfermeira do NAVI (Núcleo de Violência Contra a Mulher/RO) Fabiana Paschoal – Assistente Social do Ambulatório de Saúde Mental/RO Mediadora

Amanda Peroba – Advogada – Técnica do CEAM

Inscrição através do WhatsApp – (22) 2771-3125

 

Dia 29/11/2021 – segunda-feira

CEAM com você na “Sala de Espera” Horário: 8h às 8:30h – CRAS NORTE

Téc. Resp. do CEAM – Psicóloga Monique Baraldini

Participação liberada para as pessoas que aguardam atendimento e servidores da unidade

 

Dia 30/11/2021 – terça-feira

Espaço Aberto – Divulgação CEAM e Mobilização dos 21 dias de Ativismo Horário: 9h às 15h – Centro de Cidadania – Âncora

Balcão de Orientação e Informação, para quem tiver interesse.

 

Dia 02/12/2021 – quinta-feira

Roda de Conversa – LIVE Horário: 15h

Tema: Atendimento ao Homem, uma proposta de reconstrução

Convidados:

Paulo César – Coordenador do Centro de Referência do Homem Dario Córdova Posada – Psicólogo/Psicanalista

Mediadora:

Débora Azeredo – Psicóloga

Inscrição através do Whatsapp – (22) 2771-3125

 

Dia 06/12/2021 – segunda-feira

CEAM com você na “Sala de Espera” Horário: 8h às 8:30h – CRAS CENTRAL

Téc. Resp. do CEAM – Assistente Social Célia Regina

Participação liberada para as pessoas que aguardam atendimento e servidores da unidade

 

Dia 07/12/2021 – terça-feira

Espaço Aberto – Divulgação CEAM e Mobilização dos 21 dias de Ativismo Horário: 9h às 15h – Sede Prefeitura de Rio das Ostras

Balcão de Orientação e Informação, para quem tiver interesse

 

Dia 09/12/2021 – quinta-feira

Roda de Conversa – LIVE Horário: 15h

Tema: Saúde Mental e Masculinidade no contexto da violência contra a mulher

Convidado:

Deivid Barreto – Psicólogo especializado em Saúde Mental Mediadora:

Débora Azeredo – Psicóloga – Técnica CEAM

Inscrição através do Whatsapp – (22) 2771-3125

 

Dia 10/12/2021 – sexta-feira

Mesa de Encerramento

Horário: 10h

Tema: Sociedade e Poder Público: como estamos após 15 anos de Lei Maria da Penha?

Local: Igreja Dignus Est

Av. Brasil, nº 144 – Extensão do Bosque – Rio das Ostras

Palestrantes:

Dario Córdova Posada – Psicólogo/Psicanalista – Mestrado sobre Modelos de Masculinidade – Implantação de uma metodologia de responsabilização jurídica com autores de violência, no I Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher.

Luciana Araújo – Assistente Social – Doutorada e Concluinte de Pesquisa em grupos reflexivos com homens autores de violência no âmbito do Sistema Judiciário.

Convidados: Profissionais da Rede de Serviços Públicos e Representantes da Sociedade Civil, “Acesso Restrito respeitando o protocolo de segurança sanitária”

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