Baladas, shows e 100% do público em estádios voltam sem restrições em SP nesta segunda

Show do rapper Criolo no Palco Júlio Prestes da 
Virada Cultural de São Paulo. Rovena Rosa/Agência Brasil

Uso de máscara em qualquer ambiente e comprovante de vacinação continuam obrigatórios.

A partir desta segunda-feira (1°),chegam ao fim as restrições determinadas pelo governo de São Paulo durante a pandemia da covid-19. Os últimos eventos que estavam proibidos estão liberados: os shows com público em pé, as pistas de danças e a volta de 100% de torcidas em estádios de futebol.

A quarentena imposta pelo governo Doria começou no dia 24 de março de 2020. Naquela época, 30 pessoas haviam morrido vítimas do coronavírus. Durante os 587 dias que duraram o Plano São Paulo, o governo foi prorrogando e flexibilizando as regras.

A partir desta segunda, as únicas regras obrigatórias no Estado são o uso de máscara e a apresentação do chamado “passaporte da vacina” — um certificado de vacinação contra a covid-19 — em eventos que contem com a participação de 500 pessoas ou mais. 

Gazeta Brasil

Brasil sediará reunião de líderes do G20 em 2024

Foto: PR


É a primeira vez que o Brasil é escolhido como anfitrião para uma cúpula de líderes do G20

O Brasil sediará o evento anual de presidentes e primeiros-ministros do G20, grupo das 20 maiores economias do planeta, em 2024. O comunicado foi feito durante a divulgação do documento final da reunião do grupo, que encerrou hoje (31) em Roma.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1426212&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1426212&o=node

A cidade brasileira para sede do encontro ainda não foi decidida. Esta é a primeira vez que o Brasil é escolhido como anfitrião para uma cúpula de líderes do G20 desde a criação do grupo, em 1999. Em 2008, aconteceu  um encontro de ministros das Finanças do G20 em São Paulo.

No próximo ano, a reunião de líderes do G20 ocorrerá na ilha de Bali, na Indonésia. Em 2023, a sede será Nova Délhi, na Índia.

 Gazeta Brasil

Tiroteio interrompe partida de futebol em Macaé; veja vídeo

Jogadores e arbitragem se protegeram durante o tiroteio
Reprodução/Youtube Jovem Pan Esportes 


Barulho dos tiros assustou jogadores do Serra Macaense e Carapebus no estádio Moacyrzão

Um tiroteio interrompeu o jogo de futebol entre Serra Macaense e o Carapebus na tarde deste domingo, 31, em Macaé, no Rio de Janeiro. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o goleiro do Carapebus, Guilherme, estava sendo atendido no gramado, quando começa o barulho dos tiros e os jogadores correm para se proteger. Em nota, o Serra Macaense informou que o jogo foi interrompido para preservação da integridade dos atletas e demais cidadãos envolvidos na partida. O clube afirmou que o tiroteio ocorreu do lado de fora do estádio Moacyrzão, que fica próximo a comunidade Nova Holanda, e que uma partida do time feminino, que ocorreria em seguida, foi cancelada. “O Serra Macaense Futebol Clube informa que o jogo da equipe Sub-20 diante do Carapebus, válido pelo Estadual da categoria foi interrompido aos 29 minutos da etapa complementar, ainda com 0x0 no placar, para preservação da integridade dos atletas e demais cidadãos envolvidos na partida, face os acontecimentos em torno do estádio Moacyrzão”, diz o comunicado. “A diretoria aguarda o pronunciamento da FERJ [Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro] para adequação da tabela de ambas as categorias”, completou.

Assista ao vídeo:

Por Jovem Pan

Roubos de celulares voltam a crescer com flexibilização, movimentam a polícia e amedrontam a população

O advento do Pix, a digitalização das transações e
 aumento da capacidade de movimentações financeiras
chamaram a atenção dos bandidos.
Johnny Morais/Futura Press/Estadão Conteúdo – 09/09/2021


Aumento da circulação de pessoas nas ruas atrai os criminosos; autoridades apostam no setor de inteligência para coibir venda de aparelhos roubados

roubo e o furto de celulares são crimes difíceis de controlar: podem ser executados de forma rápida, tanto na abordagem quanto na fuga, e estão espalhados por todos os cantos de São Paulo. A restrição de circulação durante a pandemia fez com que os números despencassem, mas, agora, essa modalidade criminal volta a aumentar na capital com o retorno das atividades econômicas ao ritmo comum. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado, entre janeiro e agosto de 2019, todos os meses tiveram mais de 10 mil registros de boletins de ocorrência por roubos de celulares na capital. Os números caminhavam de forma parecida até março de 2020, mas despencaram pela metade em abril e maio, quando a quarentena começou, tendo um ligeiro aumento nos meses seguintes. Em 2021, os registros do período entre janeiro e março caíram em relação aos do ano anterior. Porém, nos meses seguintes, acompanhando o avanço da vacinação e queda das mortes por Covid-19, as estatísticas sobre roubos e furtos de telefones móveis voltaram a crescer. Em agosto de 2021, o mês mais recente com os dados disponíveis, houve 1.837 registros de roubos e 2.883 de furtos a mais em relação ao mesmo mês de 2020.

Casos ouvidos pela Jovem Pan demonstram bem como o aumento da circulação impacta nesse crime. A assistente jurídica Amanda Serroni, de 24 anos, foi furtada em agosto, enquanto estava em uma rua de Pinheiros (zona oeste de São Paulo) cheia de bares e baladas. “Eu tinha acabado de colocar o celular no bolso. Uma mulher esbarrou em mim e um cara pegou. Eles não saíram correndo, porque é uma rua fechada. Na mesma hora eu fui atrás e falei: ‘Você pegou meu celular’. Ele foi me entregando, dizia que pegou no chão. Um segurança de um dos bares viu e levou o rapaz para a polícia”, relata. Ela contou ter visto na mesma noite algumas mulheres fugindo de algo. Quando passou por elas, ouviu que era um assalto. A jovem não se sente mais segura como antes. Tanto é que não voltou a nenhum estabelecimento da região e deu preferência a lugares fechados como restaurantes.

Patrick Silva, jornalista de 22 anos, tem uma história parecida. “Estava pedindo Uber perto da estação Portuguesa-Tietê para encontrar com alguns amigos na Barra Funda (zona oeste), à noite. “Dois sujeitos passaram de bicicleta e pegaram meu celular. Uma mulher tentou ir atrás, mas não conseguiu alcançar. Outra senhora me emprestou o celular dela para pedir o Uber e voltar para casa”, conta. “Desde então, eu me sinto inseguro quando ando na rua, olhando para os lados. Sempre suspeito das pessoas, evito pegar o celular na rua. É a sensação de que pode acontecer a qualquer momento. E, se acontecer, eu não vou poder fazer nada”. Caso mais violento foi vivenciado em abril pela tradutora Milena Almeida, de 23 anos, na zona leste da capital. “Estava voltando para casa do trabalho, já perto do condomínio onde moro, perto do Parque do Carmo, quando apareceram dois caras numa moto. O que estava atrás e portava uma arma parecia uma criança, algo em torno de 11 anos. Isso foi algo que mexeu bastante comigo e me deixou muito mais insegura, embora eu nunca tivesse me sentido realmente tranquila andando na cidade.”

Em entrevista à Jovem Pan, o delegado Albano David Fernandes, do Decap (Departamento de Polícia Jurídica da Capital) destaca os esforços da polícia para tentar evitar o crime através da ação na “outra ponta”: a venda dos celulares. No último dia 28 de setembro, Fernandes comandou uma megaoperação da Polícia Civil que prendeu 320 pessoas e apreendeu 1.680 aparelhos. “Os crimes patrimoniais sempre são alimentados por quem comercializa esses produtos. Os fomentadores são os receptadores. Logicamente, a polícia ostensiva também flagra esses ladrões, e é função da Polícia Civil prendê-los. Mas temos que usar formas inteligentes, a investigação, para atacar receptadores e diminuir a incidência de furtos e roubos”, explica o delegado. O número de latrocínios indica que também há um crescimento na violência, embora em números menores que 2019, período pré-pandêmico. Em todo o ano de 2019, foram 64 latrocínios; no ano passado, 46; até meados de outubro deste ano, 44, de acordo com informações fornecidas pela delegada Erica Campos, também do Decap. Ou seja, é praticamente certo que este ano vai superar 2020.

“A atuação em campo visita esses estabelecimentos [de vendas e conserto de celulares], principalmente no centro. Nós observamos a movimentação de pessoas. Se chegamos numa loja em que o indivíduo trabalha com celulares, verificamos aparelho por aparelho através do IMEI [número de identificação existente em todo celular]. Se for roubado, é necessário que a pessoa tenha feito um boletim de ocorrência para podermos rastrear o aparelho. Se houver dúvida, não estiver na lista de celulares roubados, mas o comerciante também não conseguir provar que a procedência foi legal, nós apreendemos para verificação”, conta Fernandes. Segundo ele, foi possível identificar até outros crimes e bloquear uma transferência de R$ 150 mil que havia sido feita para a conta de um criminoso através de aplicativos bancários. Foi a quarta de uma série de operações, e novas rodadas deverão ser realizadas no futuro.

Tecnologia atraiu criminosos

Dennis Pacheco, pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ressalta que a criação do Pix, em 2020, pode ter estimulado esse tipo de crime. “Roubo e furto de celulares são crimes de oportunidade. Então, o aumento da circulação tende a implicar no aumento dessas oportunidades. Mas há toda uma dinâmica que interfere: o advento do Pix, a digitalização das transações e aumento da capacidade de movimentações financeiras. Tudo isso acabou aumentando o valor agregado do aparelho, de forma que existe uma nova valoração dele dentro dos mercados criminais”, analisa Pacheco. A responsabilidade de evitar os crimes recai principalmente no setor de segurança. “Não somente através da capacidade de ação no policiamento ostensivo, mas principalmente no setor de inteligência, para entender como se articulam essas redes de revenda”, acrescentou o pesquisador.

Pacheco ainda cita que é difícil para o consumidor identificar um aparelho que seja fruto de um crime, correndo o risco de alimentar a rede e ainda se tornar um receptador. “[É recomendado] Apenas se comprar aparelhos novos, em lojas físicas ou virtuais”, aconselhou o pesquisador. Já o delegado Albano pede que as pessoas prestem atenção em alguns sinais que podem indicar a origem inadequada. “É importante que as pessoas não façam negociações com preço muito abaixo do valor de mercado nem comprem celulares usados sem saber a procedência”, diz. Assim como a polícia fortalece a vigilância sobre os roubos e furtos, os criminosos acham maneiras de burlá-la: apagam o IMEI e tentam cadastrar um novo; desmontam e revendem as peças para assistências técnicas; e chegam a levar aparelhos para o Paraguai para despistar as forças de segurança e evitar apreensões.

Por Luis Filipe Santos

Quadrilha morta em MG carregava 17 fuzis e mais de 5.000 munições

Material apreendido dá ideia da organização da quadrilha
 morta em Varginha (MG). 
DIVULGAÇÃO/ PM


Criminosos são suspeitos de realizar os mega-assaltos de Araçatuba (SP), Criciúma (SC) e Uberaba (MG)

O material apreendido neste domingo (31) pela Polícia Militar de Minas Gerais dá mostras da complexidade da quadrilha formada por pelo menos 25 criminosos, mortos em tiroteio com policiais, em Varginha, no sul de Minas. Segundo levantamento, os bandidos possuíam 17 fuzis e mais de 5.000 munições.

Na contagem, organizada pela PM e pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), são um fuzil calibre 50, dois 7.62/39 e 14 fuzis 5.56. Entre as armas, foram apreendidas ainda três calibre 12, três 380 e três nove milímetros (sendo uma delas com kit rajada).

As munições também mostram um pouco mais do poderio da quadrilha, que teria sido autora dos mega-assaltos ocorridos em Araçatuba (SP), Criciúma (SC) e Uberaba (MG). Segundo o tenente-coronel do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), Rodolfo Fernandes, que comandou a operação, a quadrilha tem “a mesma assinatura”.

“Um aspecto que chama a atenção, em Araçatuba: os veículos foram pintados de preto. Um dos veículos nessa ação de hoje estava sendo pintado com tinta preta em spray, algo muito parecido com a ação de Araçatuba.”

Entre o material apreendido pela polícia, há ainda 116 carregadores, explosivos diversos, 22 capas de coletes, 12 pares de colete balístico, um capacete balístico, 12 galões de gasolina de 18 litros, quatro galões de diesel de 100 litros, entre outros equipamentos.

Do R7

‘Foi dada a resposta necessária’, diz porta-voz da PM após operação que deixou 25 mortos em Varginha

Capitã Layla Brunella detalhou operação
 em entrevista à Jovem Pan News


Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal interceptaram quadrilha que planejava um assalto a bancos na cidade

A porta-voz da Polícia Militar de Minas Gerais, Capitã Layla Brunella, detalhou a operação que terminou com a morte de 25 suspeitos em Varginha, no interior do Estado, neste sábado, 31. Em entrevista ao Headline News, da Jovem Pan, ela explicou que a quadrilha planejava um assalto a banco no estilo novo cangaço nos próximos dias. A ação teve o apoio da Polícia Rodoviária Federal e do Batalhão de Operações Especiais da Polícia. “Os nossos serviços de inteligência monitoraram essas quadrilhas de maneira conjunta e chegaram a um denominador comum da possibilidade de ocorrência desse delito”, afirmou. “Nós fomos recebidos a tiros em dois pontos diferentes aqui na cidade de Varginha e foi dada a resposta necessária para conter essa agressão. Lembrando que a gente tem essa preocupação com a vida do cidadão de bem, que seria –  provavelmente durante a noite ou nos próximos dias – alvo da ação desses criminosos”, declarou a porta-voz. “Os nossos agentes agiram de pronto, com todas as informações da inteligência, e impediram que uma barbárie, como já aconteceu em outros Estados, se repetisse aqui em Minas”, completou. A capitã Layla Brunella informou que, além do armamento pesado, foi encontrado um grande número de galões de combustível e explosivos, que serão detonados no local onde os suspeitos estavam localizados. Segundo a PM, nenhum agente foi ferido na ação.

Por Jovem Pan

Em Alagoa Grande (PB): Polícia apreende quatro armas de fogo em granja abandonada na zona rural

Quatro armas de fogo de diferentes calibres foram encontrados pela Polícia Civil da Paraíba na tarde desta sexta-feira (29) em uma granja abandonada na zona rural do município de Alagoa Grande. Não havia presença humana no momento da ação, segunda a polícia.

O local teria sido utilizado por assaltantes foragidos de João Pessoa para guarda de armamento. O trabalho investigativo foi conduzido pela Delegacia de Crimes contra o Patrimônio da capital (DCCPAT).

Da Redação / com Rafael Andrade

Nordeste1

Grave acidente entre Alagoa Grande e Juarez Távora deixa uma vítima fatal

 

Um grave acidente no início da tarde deste sábado (30), deixou uma vítima fatal nas proximidades da piçarreira, entre as cidades de Alagoa Grande a Juarez Távora. A colisão envolveu uma moto e um carro

De acordo com informações preliminares, a vítima fatal que ainda não teve a identidade divulgada, morreu na hor. O condutordo carro se evadiu do local sem prestar socorro à vítima.

Ainda segundo as informações, o condutor do veículo é morador do Distrito de Zumbi.

Informações do Blog do Rildo

No Rio, prefeito é recebido a tiros durante visita a obras

Washington Reis durante visita a obras em Duque de Caxias


Washington Reis informou que, apesar da quantidade de tiros, não houve feridos

O prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, foi surpreendido na manhã de hoje (29) por bandidos, na localidade Parque Paulista, enquanto começava uma visita às obras de pavimentação e drenagem que a prefeitura faz na região.

Ao chegar ao local, os carros em que o prefeito estava e o dos seguranças que o acompanhavam foram recebido a tiros, na altura da Rua Tolstoi. De acordo com o prefeito, foi uma ação rápida de criminosos que estavam a pé, e que logo foi respondida pelos integrantes de sua segurança.

“Foi muito tiro com arma de tráfico pesada. Deram muito tiro em cima da gente. A segurança reagiu. Nosso carro é blindado e conseguimos sair do local do sinistro”, disse o prefeito à Agência Brasil. No carro, também estavam o deputado estadual Rosenverg Reis, seu irmão, e o vereador Sandro Lélis. Em outro carro, estava o secretário de Comunicação da Prefeitura, Aroldo Brito.

Segundo o prefeito, o susto foi grande e ele descartou que tenha sido um ataque pessoal. “O local, a gente já conhece, e sabe que ali sempre teve um nível de risco grande, mas fomos surpreendidos, e não creio que seja algo com a gente. É medo mesmo, de carro chegar [no local], e eles mandaram muito tiro para cima da gente”, disse.

“São bandidos, não precisa investigar. Não foi uma perseguição com a gente. Nós chegamos ao local e eles já estavam lá. Não estava programado chegarmos ali. Rodamos a cidade de manhã, de tarde, de noite. Não tem horário para chegar. Então, seria impossível alguém esperar a gente ali”.

O prefeito informou que, apesar da quantidade de tiros, não houve feridos. “O povo ali já tem medo porque sabe que é um local de risco. Uma senhora correu com uma criança para dentro de casa, eu vi, mas graças a Deus ficou tudo sob controle”, informou.

Washington Reis contou ainda que, logo após o ataque, entrou em contato com o comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar. “O coronel Alessandro está tomando todas as providências”, disse.

A Polícia Civil informou à Agência Brasil que, até as 11h20, o caso não tinha sido registrado na delegacia local. A Polícia Militar não respondeu até o fechamento desta matéria.

O TEMPO

PRF realiza Operação Finados 2021 no Paraná

 
Durante os cinco dias de atividades, a PRF irá priorizar ações voltadas à segurança viária, prevenção e redução da gravidade dos acidentes de trânsito e à garantia da mobilidade nas rodovias do país.
 
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciará, à zero hora desta sexta-feira (29), a Operação Finados 2021 em todo o país.
 
Durante os feriados, historicamente há um aumento relevante do fluxo de veículos e de ônibus de passageiros nas rodovias federais, fatores que contribuem para o aumento da violência no trânsito, podendo provocar elevação na quantidade de acidentes graves, feridos e mortos.
 
Na operação, que segue até terça (2), A PRF promoverá reforço concentrado no policiamento ostensivo preventivo em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade, de acordo com as estatísticas. Além dessas ações, no dia de finados, a PRF também realizará o patrulhamento nos trechos que são impactados pelo movimento de visitantes nos cemitérios localizados próximos das rodovias federais. O objetivo será garantir a segurança viária e a fluidez do trânsito.
 
Será dada atenção especial as ações de combate a embriaguez ao volante, fiscalização de ultrapassagens em trechos de pista simples e o controle do 
excesso de velocidade.
 
O uso do cinto de segurança, do capacete, dos dispositivos de retenção para crianças e do uso de telefone celular, além de fiscalizações específicas de motocicletas e condições de conservação dos veículos, também estão entre os focos das equipes da PRF.
 
As operações terão, ainda, outros pontos focais, como a fiscalização do tempo de direção e descanso do motorista profissional e do exame toxicológico. Em virtude do tamanho e peso maiores dos veículos de carga, os acidentes que envolvem esses veículos geralmente têm maiores proporções e geram maior gravidade das lesões ou a morte dos envolvidos, o que faz com que haja uma maior preocupação com o estado de conservação destes veículos.
 
A PRF também intensificará sua atuação no combate ao crime, em especial realizando abordagens focadas nas informações do serviço de inteligência e a utilização de ferramentas de comunicação, para prender criminosos, recuperar veículos roubados e retirar armas ilegais, drogas e produtos contrabandeados de circulação.
 
Restrições de tráfego
 
A PRF também faz um alerta aos motoristas profissionais. De acordo com a Portaria nº 196, de 11 de dezembro de 2020, NÃO haverá restrição de tráfego no período da operação.

TCE afasta atuais concessionárias da nova licitação do pedágio no PR

Em decisão cautelar emitida nesta quinta-feira (28), o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná Nestor Baptista determinou que as atuais concessionárias de pedágio estão proibidas de participar de novo processo licitatório para a concessão das rodovias paranaenses. Segundo a assessoria de imprensa da Corte, o conselheiro tomou tal decisão ao se manifestar em processo de denúncia encaminhada pelo deputado estadual Soldado Fruet na semana passada.

A proibição, decorrente de uma Declaração de Inidoneidade também emitida por Baptista, atinge as concessionárias Rodonorte, Ecocataratas, Ecovia, Viapar, Econorte e Caminhos do Paraná. A decisão está sendo comunicada à Agepar (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná), ao DER-PR (Departamento de Estradas de Rodagem) e à CGE-PR (Controladoria-Geral do Estado).

No despacho, o conselheiro lembrou que as empresas já estavam proibidas de licitar e contratar com o governo estadual, mas que no ano passado a CGE revogou a decisão, alegando que as concessionárias procuraram o Estado para solucionar pendências dos contratos.

Baptista destacou que dados da Agepar mostram que supostos erros de cálculos do chamado  “degrau de pista dupla” e na  “regra de depreciação” ensejaram enriquecimento das empresas em R$ 9,9 bilhões. E que mesmo a proposta de acordo pelas concessionárias  “não foi suficiente para recompor os danos ao erário relatados pela própria Agepar, nem mesmo para frear a participação dessas concessionárias em licitações”.


Blog Meia Hora Noticias 

Polícia Civil tira do ar sites falsos de leilão do Detran de São Paulo

Tânia Rêgo/Agência BrasilCriminosos repassavam
o dinheiro das fraudes para contas de terceiros e laranjas


Operação foi realizada nesta quinta-feira em cidades da região metropolitana; mais de 20 vítimas já foram identificadas e o prejuízo estimado é de R$ 2 milhões

Polícia Civil de São Paulo retirou do ar sete sites falsos que utilizavam o nome do Detran-SP para leilões de veículos. A operação foi realizada nesta quinta-feira, 28, e contou com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo e Mauá, na região metropolitana. Celulares e notebooks também foram apreendidos na ação. Ao todo, mais de 20 vítimas foram identificadas no Estado, o que representa um prejuízo de aproximadamente R$ 2 milhões aos cidadãos. Os suspeitos distribuíam os valores dos carros em diversas contas de terceiros e laranjas. 

De acordo com o delegado Rafael Guerreiro Galvão, responsável pela operação, a ação encerrou a atividade criminosa e foi importante para subsidiar outros procedimentos criminais correlatos. Após a operação, o diretor-presidente do Detran.SP, Neto Mascellani, disse que reforça a recomendação de que sejam feitas denúncias sobre indícios de fraude. “Sempre reforçamos a recomendação para que o cidadão denuncie qualquer indício de fraude ou irregularidade. Para leilões do Detran.SP, é muito importante que a pessoa sempre olhe o site oficial do departamento para ter certeza se o leiloeiro realmente é credenciado”, afirmou.

Por Jovem Pan

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